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hiroshi marcos velloso - HIROSHI1804@IG.COM.BR
Mais uma vez deixo aqui o mesmo comentário feito ao final da liga de voley quando o Brasil perdeu para o EUA, é bem verdade que existe o ciclo de renovação de valores dentro de qualquer equipe seja no esporte ou em qualquer outra área profissional, é bem fato que a geração de prata teve seus méritos em revolucionar o voley com o jeitinho brasileiro, Bernard, Willian, Montanaro, Badalhoca, Amaury, Fernandão, Xandó, e logo após surgindo com a nova geração de Maurício, Tande, Marcelo Negrão, o mão de pilão e companhia, mas nada é eterno e a assimilação embora para outras equipes é lenta, para o Brasil foi rápida e decisiva tanto que outras equipes como Bulgária estavam em ascenção e estaguinaram, vendo outras equipes como Polônia, Rússia, e o EUA, ultrapassar e atropelar elas como se nada tivesse acontecido, é hora sim de reflexionar, nas derrotas existe a vitória maior de se reerguer das cinzas muito mais forte e capazes de sobrepujar as barreiras impostas, é necessário voltar de novo para cadeira de estudos, passar a observar o que está faltando aonde estamos pecando, deixar orgulhos de lado, resolver polêmicas que ainda estão arranhando o prestígio de certos esportes, buscar novas oportunidades, OBSERVAR MAIS, OUVIR MAIS, TREINAR MUITO MAIS, BUSCAR OBJETIVO COMUM A TODOS DENTRO DE QUALQUE EQUIPE, e acima de tudo calar a boca, fugir de polêmicas, RECONHECER QUE A DERROTA NEM SEMPRE É RUIM, o Brasil não pode ser um pais de um ou dois esportes, mas aquele que pode ter uma extensão muito maior do que apenas aquela que esta sendo dada ao Voley-bol masculino, o que se fez com a seleção femininia foi covardia, foi falta de reconhecimento, e esta aí elas trouxeram o OURO PRA CASA, viajaram de classe econômica treinaram afastadas e acima de tudo tiveram um foco e um objetivo, ao qual a seleção masculina deixou de ter, A HUMILDADE, não somos eternos heróis, porque a individualidade a genialidade de um indivíduo não está só na sua garra e determinação, está presente em todos os estágios do processo de busca de um objetivo comum, que é a AMIZADE, A COESÃO, A INTERPESSOALIDADE, A CONVIVÊNCIA COMO SE FOSSEM UMA FAMÍLIA, e isto já não esta mais existindo dentro desta seleção, esta na hora de separar o dinheiro, a falta de profissionalismo, a preferência por AB OU C, e buscar novamente a essência do início reforjar de novo esta equipe, porque ela já trincada pelos desgastes pessoais e é necessário uma nova ferramenta mais forte mais moderna e capaz de se sintonizar com todas as outras experiências passadas vividas. Está na hora de renovar. Força a todos e cabeça fria pra recomeçar, haja o exemplo de nossa corredor Mauri Maugen, ela renasceu pra ser ouro, então vamos lá renascer mais forte com mais objetividade. Não existe só o Ricardinho temos mais 4 anos pra descobrir e trabalhar novos jogadores com muito mais altura e sem vícios passados. grande abração, hiroshi marcos velloso

RICARDO - rnicolas@ig.com.br
O Brasil deste o início não tinha emoção. Voltando para trás, um ano, a decadência do voley ficou vidente quando da dispensa de Ricardinho, que do meu ponto de vista nada fez para ser dispensado da forma como foi pelo Benardinho. Colheu o que plantou!!!

Zé Chico - jolula@ig.com.br
Vai prá PQP!!! Só perdemos a medalha de ouro´porque o viado do bernardinho não levou o Ricardinho, que é o melhor levantador do mundo.