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MARLI
miauli@ig.com.br
Esses politicos só aparecem em epoca de eleições,fazem do povo fantoches. O minimo que poderiam fazer em benficio da população era que a eleição fosse em um dia da semana, pois os brasileiros trabalham muito e o unico dia que temos para descansarmos somos obrigados a sair para votar, e alem do mais deveriam liberar as passagem de onibus, pois não ganhamos nada em votar e ainda temos que gastar e perder nosso descanso, para que? Para colocar lá mais um que só promete e nada faz, já virou palhaçada.Mas os culpados somos nós mesmos que aceitamos tudo e não reclamamos de nada, pois os brasileiros só sabem brigar em campo de futebol,ou brigarem por coisas futeis que não vão ajuda-los em nada. É ,O CERTO MESMO SERIA O VOTO SER FACULTATIVO. QUEM SABE UM DIA NÓS IREMOS BRIGAR POR ESSE DIREITO. ACORDA BRASIL...
Macieira
mmacieira@ig.com.br
Direito de votar! não dever de votar. Vergonhoso e nojento o argumento que diz ser o voto um direito. Direito nós podemos exercer ou não, fica ao nosso critério. Em um país porco, composto de um judiciário corrupto e vendido, de um legislativo formado pela escória da nação e de um executivo inoperante, só pode ser obrigatório o voto, para manter essa vergonha que o Brasil é. Se este povo tivesse o mínimo de vergonha e caráter, votaria nulo em sua maioria. Serviria de recado a esse párias da nação.
Rodrigo
rgamini@ig.com.br
É isso.Por mais democrático que possa parecer, o grande eleitorado não tem mecanismos que viabilizem efetivamente uma análise criteriosa de admissão do novo prefeito, vereador, ou seja lá qual for o cargo. Propaganda na TV?, panfletinhos? discursos com promessas? Aquelas imagens beijando crianças e abraçando velhinhos? De certo todos são verdadeiros santos. Quando o cidadão do bem quer se canditar ao serviço público, em regra, temos disputado concurso de provas e títulos, certidão de antecedentes,análise curricular etc. Na iniciativa privada, nem se fala. Pode ter certeza de que o RH vai querer vasculhar o seu passado, medirá sua competência técnica, dentre outras... E agora, o político? Pois é, o modelo é democrático, mas qualquer picareta com um relativo poder econômico consegue manipular o sistema e ser contratado na grande empresa que é o Estado.Penso que teríamos que exigir ficha limpa, Formação técnica (Doutorado em Adm. Pública, Urbanismo, Ciências Sociais), proposta política registrada em contrato com possilidade de demissão por não cumprir as metas prometidas. Talvez nem haveria candidatos aptos. Isso já é sonho...porém, o nosso sistema jurídico deixa as brechas. Por que será??
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