Carlos Teixeira Apesar de não ser da área, penso que, se pegarmos livros antigos e tentarmos lê-los veremos, mudanças já houveram e sempre haverão. Os conservadores e egoístas estão tendo uma visão muito limitada dos os benefícios que virão dessa reforma.
Francisco groota@ig.com.br Somos quase 200 milhões de pessoas e assim somos maioria neste idioma. Os outros se quiserem que aprendam nossa língua. Acho esse acordo uma barbaridade e um assassinato do português do Brasil. Os EUA estão se lixando para os Ingleses e já disseram que os outros que aprendama língua americana. Só uma lembrança: O que significa CORN nos EUA e na Inglaterra? São a mesma coisa?
Vidomar vidomar1@ig.com.br Esqueci de incluir no comentário anterior um agradecimento ao Ig por disponibilizar o material do Tufano sobre o Acordo e também de discordar do Sr. Villar, o entrevistado, em dois pontos: Primeiro, como falante de inglês, posso dizer-lhe que as diferenças de escritas entre as variedades britânica e americana não são tão poucas assim. E nem por isso eles pensam em unificar os sistemas ortográficos, porque sabem dos problemas que isso pode causar. Segundo, efetivamente poder-se-ia facilitar a alfabetização, mas com mudanças muito mais radicais no sistema. Concordo com a crítica já feita por muitos de que esse acordo só serve para as editoras lucrarem mais.
Apesar de não ser da área, penso que, se pegarmos livros antigos e tentarmos lê-los veremos, mudanças já houveram e sempre haverão. Os conservadores e egoístas estão tendo uma visão muito limitada dos os benefícios que virão dessa reforma.
groota@ig.com.br
Somos quase 200 milhões de pessoas e assim somos maioria neste idioma. Os outros se quiserem que aprendam nossa língua. Acho esse acordo uma barbaridade e um assassinato do português do Brasil. Os EUA estão se lixando para os Ingleses e já disseram que os outros que aprendama língua americana. Só uma lembrança: O que significa CORN nos EUA e na Inglaterra? São a mesma coisa?
vidomar1@ig.com.br
Esqueci de incluir no comentário anterior um agradecimento ao Ig por disponibilizar o material do Tufano sobre o Acordo e também de discordar do Sr. Villar, o entrevistado, em dois pontos: Primeiro, como falante de inglês, posso dizer-lhe que as diferenças de escritas entre as variedades britânica e americana não são tão poucas assim. E nem por isso eles pensam em unificar os sistemas ortográficos, porque sabem dos problemas que isso pode causar. Segundo, efetivamente poder-se-ia facilitar a alfabetização, mas com mudanças muito mais radicais no sistema. Concordo com a crítica já feita por muitos de que esse acordo só serve para as editoras lucrarem mais.