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França
Ainda bem q nem todos entraram naquela do presidentezinho, boca mola, de vamos gastar, se não a coisa aqui estaria pior, com um monte de devedores, o pior p o comercio e a industria não é a diminuição das vendas, é vender e não receber.
Segurança Nacional
Antigamente as potências estrangeiras espionavam a amazônia com satélites espiões a um custo elevado. Agora nós é que fornecemos a informações de mão beijada para os gringos pressionarem o Governo; as informações do INPE deveriam ser sigilosas, de segurança nacional. Que país ingênuo esse nosso Brasil!
Os 87% do Lula.
Famílias de sem-teto invadem prédio na Praça da Cruz Vermelha Elas foram despejadas de outro prédio na Rua Gomes Freire e dormiam sob a marquise. Rio - Cerca de 36 famílias de sem-teto invadiram na madrugada desta segunda-feira o prédio de número 234, da Avenida Mem de Sá, na Praça da Cruz Vermelha, Centro do Rio, que pertence ao INSS, do governo federal, e está desativado. Eles fazem parte do grupo que foi despejado do prédio da Rua Gomes Freire 510, que pegou fogo há um mês, e estava dormindo sob a marquise do prédio. Grupo de sem-teto se recusa a sair de prédio desativado do INSS Em princípio, havia a suspeita de que eles tinham feito reféns o segurança da empresa Protex que tomava prédio e também uma família que já morava no local. Policiais do 13º BPM (Praça Tiradentes) cercaram o prédio para negociar a liberação das pessoas, mas não ficou caracterizado o cárcere privado. Os invasores negaram que estavam retendo as pessoas, mas não permitiram que o policial que comandava a operação entrasse desarmado para certificar se estava tudo bem. Eles temiam que a polícia invadisse o local para retirá-los a força. O segurança chegou a conversar com policiais pela fresta da porta, dizendo que estava estava tudo bem, mas eles foram irredutíveis. A família, que tem uma loja de doce no térreo do prédio, só saiu por volta das 6h, enquanto o segurança saiu às 7h10. Eles não quiseram dar declarações e não disseram se foram impedidos de sair antes. Policiais ainda continuaram cercando o prédio pela manhã e não permitiram que as famílias recebessem alimentos e água, comprados por militantes. Grávidas, crianças e idosos sem moradia O grupo, que se auto intitulava Guerreiros da 510 e agora se declara Guerreiros da 234, alega que está esperando uma solução do governo do Estado e da Prefeitura há um mês, quando foi despejado do prédio da Gomes Freire, onde moraram por um ano e oito meses. A gente só está querendo um lugar para morar. Mesmo que tenha de pagar prestação para a Caixa Econômica, num valor acessível. Aqui tem sete mulheres grávidas, 28 crianças e oito idosos. Todo mundo aqui é trabalhador e não está fazendo ninguém de refém, disse a empregada doméstica Maria Madalena Araújo Silva, 59 anos. O advogado André de Paula, que representa o grupo, apresentou dois ofícios, protocolados pela Defensoria Pública junto às secretarias municipal e estadual de Habitação, pedindo para que as famílias recebessem um auxílio aluguel. Mas essas pessoas despejadas depois do incêncido não conseguiram o auxílio. A prefeitura ainda deu um prazo, que termina nesta terça-feira, para eles sairem debaixo da marquise. Por isso elas vieram ocupar esse outro prédio, justificou o advogado. A ocupação aconteceu por volta de meia-noite. Os sem-teto invadiram e tomaram conta de dois, dos sete andares do prédio. Na sacada de uma das janelas, estenderam uma faixa onde estava escrito: Somos todos humanos. Merecemos respeito. A polícia chegou logo depois e impediu que alguns sem-teto, que estavam do lado de fora, entrassem no prédio. Temos banheiros e lugar para todo mundo. Dá para viver bem aqui, disse Maria Madalena. Quando amanheceu, cerca de 30 pessoas, entre adultos e crianças, ficaram na sacada gritando palavras de ordem.
Termo de uso