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IMPOSTO DE RENDA E FGTS: C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS
ONU: PAÍS MAIS INJUSTO, LOGO O DOS PODERES PÚBLICOS MAIS CORRUPTOS E DOS MAIORES ANALFABETAS FUNCIONAIS. TERIA DITO O CRIADOR: COMO NÃO DEI ASAS ÀS COBRAS HABITARÁ ESSE PRIVILEGIADO TERRITÓRIO UMA CLASSE DIRIGENTE TÃO CORRUPTA QUE CONDENARÁ SEU POVO AO EXTERMÍNIO.
RESULTADO DO MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS DA CANALHA IMUTÁVEL DONA DO PODER:
ESTADO VERSUS TRABALHO, ECONOMICÍDIO, HOLOCAUSTO NEOLIBERAL EX-SRF OSIRIS LOPES FILHO em 1994: A CLASSE TRABALHADORA É QUE PAGA IMPOSTOS: a evasão tributária é fantástica. Hoje ela alcança 50% da base tributária. Entretanto, já foi muito maior. A carga tributária é pessimamente distribuída no país, concentrando-se acentuadamente no trabalho. Quem a assume decisivamente é a classe trabalhadora, principalmente a classe média assalariada. Esta é uma matéria de fato, decorrente de que a classe média tem descontado na fonte o seu Imposto de Renda, não tendo como fugir. Se for considerado que os impostos que incidem sobre as vendas, do tipo ICMS, IPI, ISS, embora pagos pelo industrial, comerciante e prestador de serviço, que são por excelência seus contribuintes, acabam por ser recuperados por tais pessoas, em condições normais de mercado, ao venderem as mercadorias ou serviços. Tranfere-se, dessa forma, aos consumidores tais impostos embutidos no preço final desses itens. A conseqüencia é a de que a classe trabalhadora termina suportando uma carga tributária brutal e injusta. EX-SRF EVERARDO MACIEL em 1999: A ELITE BRASILEIRA NÃO SE VALE DO MASSACRE FÍSICO, DO FUZILAMENTO, ELA USA FORMAS ENGENHOSAS, ELABORADAS, MAIS FLORENTINAS: é estarrecedora a situação fiscal e tributária no Brasil. Da renda que existe no País, um terço não paga impostos. o Brasil, um exemplo de sociedade patrimonialista, tem a segunda pior distribuição de renda no mundo, Diria que restam R$825 bilhões que não são identificados para efeitos de tributação, salvo a da CPMF. O maior prêmio tributário brasileiro foi a legislação de 1991, uma Mega Sena tributária que produziu efeitos tributários perversos: foi a Lei 8.200, aprovada em junho de 1991, que permitiu que as empresas aproveitassem como despesa os expurgos inflacionários, a correção monetária vinculada a expurgos inflacionários dos planos de estabilização anteriores; há instituição financeira que dobrou seu patrimônio líquido nesse período, mas sem ter recolhido um centavo de imposto; esse expurgo inflacionário aconteceu também com os salários dos trabalhadores, com as dívidas tributárias, com a poupança, com o FGTS, etc, etc. E nada é tão injusto quanto a reparação desigual da injustiça. Ora, por que temos uma sociedade com uma elevadíssima concentração de renda, a segunda pior do mundo? Um dos instrumentos é a sonegação de impostos, a freqüência recorrente com que vamos buscar soluções que, ao fim e ao cabo, beneficiam aqueles mais poderosos. As transnacionais são afeiçoadas a um instituto chamado preços de transferência: superfaturaras importações e subfaturar as exportações, com o objetivo claro de remessa de divisas no caso das importações e, em ambos os casos, geração de prejuízos no País para reduzir o que tem de pagar de Imposto de Renda. Além de importarmos petróleo de Cayman, fazemos também outras importações curiosas: álcool importado da Suiça.
Helio
ACMs e Sarneys são tão somente a faceta mais visível da agonia das velhas clãs de coronéis nordestinos, dando ares daquela aparente recuperação que precede o suspiro final dos doentes terminais.
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