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nOmO
nokogi@gmail.com
Chorem elite ciumenta e invejosa. O povo vota quieto, sem alarde, porque sente que o país está muito melhor! EM TEMPOS DE fhc ESTARÍAMOS NO fmi DE JOELHOS... Rei fernandinho, o doador-mór da pátria continua com muitos vassalos nas metrópoles brasileiras, sobretudo de Sampa ao sul, regiões ricas do país, onde a população vive em melhores condições que o restante mais pobre. CONTINUAM DEFENDENDO A UNHAS E DENTES SEUS PRÍNCIPES(Serra, Alkmin, Maia, Guerra, Acm, Jereissati...), falam mal de Lula, outorgando todo o bom governo deste para o lesa-pátria FHC(quase deus para a elite invejosa).
Carlos
Carro já polui e ajuda a derreter os polos, agora com crise vão evaporar dinheiro público... é a bolsa montadora, agora vocês vão ver o quanto é insignificante a ajuda aos pobres: 26 bilhões pros grandes capitalistas...
C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS
APERTEM OS CINTOS E OS BOLSOS, VAMOS PAGAR A CONTA DELES. O Brasil nasceu por obra e graça do modo de produção capitalista. E abençoado pelas cruzadas genocidas do Vaticano. Mudamos de Pindorama, em que viviam 5 milhões de habitantes no comunismo primitivo, para o capitalismo mercantil dependente. Durante quatro séculos, nos impuseam a produção de mercadorias agrícolas que os europeus precisavam. Muitas delas exóticas, como a cana, café, gado, algodão, pimenta etc. Trouxeram milhões de trabalhadores da África para o trabalho escravo. Nossso querido Jacob Gorender classificou o período de fazenda-plantation, do modo de produzir capitalista nas colônias. No século 20, fizemos nossa revolução industrial, tardia. Adotou-se o modelo de industrialização dependente. Uma tríplice aliança entre o capital estatal, estrangeiro e a nascente burguesia brasileira. As empresas do norte, em sua etapa imperialista, transferiram suas fábricas, máquinas e tecnologia para explorar nossa mão-de-obra, o mercado interno e nossas abundantes matérias–primas. Seguimos dependentes e enviando bilhões de dólares para as matrizes. No meio desse modelo, algumas crises e tentativas de rebelião dos debaixo em 1935, 1946 e 1964. Fomos derrotados. Veio a crise cíclica de 1980. Pusemos a culpa nos militares. Voltamos à democracia representativa. Essa de ter direito apenas a votar. Enquanto isso o modelo capitalista se renovava e entrava na fase de domínio do capital financeiro. Fontes citadas por Luís Nassif estimam que, na década de 1990, a América Latina transferiu para o norte mais de 1 trilhão de dólares, em capital líquido. E eles continuaram acumulando, comendo e bebendo às nossas custas. Agora, estamos em mais uma crise cíclica do capitalismo, em sua fase hegemonizada pelo capital financeiro. Será o fim do capitalismo? Claro que não. Será prolongada e profunda, provavelmente! E como sairão da crise? Alguém tem dúvidas? Ora, usando os mesmos métodos históricos. Só tem um jeito, aumentando a exploração dos trabalhadores do norte, e aumentando as transferências das riquezas do sul para lá.
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