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MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO |
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MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
MANGABEIRA, SUCESSOR DE GUSHIKEN NA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS, GESTOR DA EXPROPRIAÇÃO DE DIREITOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA EMENDA CONSTITUCIONAL 41/2003 QUE CRIOU A GROTESCA CONTRIBUIÇÃO DOS INATIVOS DO SERVIÇO PÚBLICO PARA O BENEFÍCIO QUE RECEBEM E A CRIAÇÃO DO FUNPRESP (FUNDO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS) PARA TRANSFORMAR EM PRIVADA A PREVIDÊNCIA QUE ERA PÚBLICA DOS VALORES ACIMA DO TETO DO INSS, EXPROPRIAÇÃO DE DIREITOS PARA ATENDER O INTERESSE DA AGIOTAGEM INTERNACIONAL EM SEMPRE MAIORES MAS INSUFICIENTES SUPERÁVITS FISCAIS PRIMÁRIOS QUE SUPORTEM A IMORAL ROLAGEM DA IMPAGÁVEL DÍVIDA PÚBLICA ÀS MAIS ALTAS TAXAS DE JURO DO PLANETA, CONFIRMANDO SEREM OS PODERES PÚBLICOS NATIVOS OS MAIS CORRUPTOS SEGUNDO DADOS DA ONU PORQUE PAÍS MAIS INJUSTO.
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ONU: OS PODERES PÚBLICOS BRASILEIROS SÃO OS MAIS CORRUPTOS PORQUE RESPONSÁVEIS PELO PAÍS MAIS INJUSTO |
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SATIAGRAHA. Em meio à guerra entre a PF e a Abin, surge mais um foco de vazamento que favoreceu investigados na operação. A República engalfinha-se. A Polícia Federal investe contra a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que promete revidar. O delegado Amaro Ferreira, que investiga o colega Protógenes Queiroz por vazamentos à imprensa, tornou-se, ele próprio, uma fonte contumaz de vazamentos à mídia. E assim caminha o Brasil pós-Satiagraha, onde nem os vazamentos realmente preocupantes são levados em conta. Por exemplo: há semanas a Corregedoria da Justiça Federal em São Paulo investiga se a juíza Adriana Pileggi Soveral, da 8ª Vara Criminal Federal de São Paulo, contou ao advogado Nélio Machado, defensor do banqueiro Daniel Dantas, detalhes da operação. A indicação de que Adriana Soveral informou Machado foi captada por escutas da PF. Alvos legalmente gravados comentaram que o advogado havia conseguido informações sobre a Satiagraha com a juíza. Àquela altura, a turma de Dantas tentava por todos os meios saber o que se passava. Será esse mais um problema na carreira atribulada da magistrada? Investigada pela Operação Anaconda em 2004, Adriana Soveral foi citada em conversas entre juízes e policiais, mas não chegou a ser acusada como integrante da quadrilha que vendia ações judiciais. Ela respondeu a processo por uso de placas frias, depois arquivado. Foi afastada do cargo, mas pôde reassumir as funções em 2006, depois de o Superior Tribunal de Justiça anular o recebimento da denúncia. Procurada, a juíza não quis dar declarações sobre o caso. O corregedor-geral da Justiça Federal, desembargador André Nabarrete Neto, informou que o caso está sob sigilo. Detalhes sobre a escuta a alvos da Satiagraha não foram fornecidos. É possível que o vazamento atribuído à juíza passe despercebido no momento em que apenas as supostas falhas e excessos do delegado Protógenes Queiroz na condução da Satiagraha são alvos de apuração e indignação. Todo abuso e ilegalidade, seja de onde for, deve ser apurado e punido, mas impressiona o esforço de mão única, oportunamente empreendido para anular o trabalho de Queiroz. A Corregedoria da Polícia Federal instaurou inquérito para apurar os vazamentos da operação e elegeu como foco o dia da ação policial, 8 de julho, por causa de filmagens feitas pela TV Globo no momento da prisão do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. |
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MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO - UM |
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(CONTINUAÇÃO PRIMEIRA) Ao colher depoimentos de jornalistas da Rede Globo mantidos em silêncio para preservar o sigilo da fonte, assegurado por lei , o corregedor da PF concluiu que eles estariam, assim, admitindo implicitamente que o informante seria Queiroz, o mentor da Satiagraha. Foi um exercício de adivinhação de Ferreira. A investigação sobre os vazamentos parece piada pronta. Foram vazados à imprensa dados sobre o inquérito que apura os próprios vazamentos. Jornais estamparam, na última semana, detalhes das investigações conduzidas pelo delegado Ferreira. Ninguém esclareceu se, agora, haverá um novo inquérito para apurar o vazamento do inquérito do vazamento. Enquanto isso, segue firme o plano de desmonte da Satiagraha. A tendência do delegado Ferreira parece ser a de indiciar o colega Queiroz. Em vez de punir os culpados, passou-se a perseguir os investigadores. Numa inversão de valores, o juiz e o delegado foram para o banco dos réus. Até o ministro da Justiça, Tarso Genro, caiu numa armadilha. Ao criticar a pirotecnia nas operações da Polícia Federal e revelar que eventuais provas contaminadas do inquérito da Satiagraha serão “expurgadas”, o ministro fez o discurso que os advogados do banqueiro queriam ouvir. Segundo informações publicadas na imprensa, a PF iria refazer o inquérito. Com esse aval, os advogados do banqueiro ficaram exultantes. Esperam anular todas as provas obtidas. Por meio de sua assessoria, Genro negou que partes do inquérito estão sendo refeitas: “O que existe é um trabalho técnico dando seqüência ao que foi produzido, com padrões novos de investigação, e um pouco mais aprofundado”, justificou. Em relatório preliminar subscrito pelo novo delegado do caso, Ricardo Saad e entregue na sexta-feira 7 ao juiz da 6ª Vara Federal de São Paulo, Fausto De Sanctis , a PF revelou ter encontrado mais indícios para incriminar Dantas por lavagem de dinheiro. O teor do documento é mantido em sigilo. Na terça-feira 11, a defesa do banqueiro pediu ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região, por meio de mais um habeas corpus, uma liminar para o bloqueio do inquérito na PF e a suspensão da ação penal movida contra Dantas por crime de corrupção. O HC foi baseado no depoimento de 28 agentes e oficiais da Abin. Os agentes informaram ter integrado a equipe de Queiroz durante a execução da Satiagraha. Os defensores de Dantas consideram que a Abin não pode ser parte de um esquema de combate ao crime organizado. Apontam uma suposta ilegalidade na participação da agência nas investigações. Essa tese é rejeitada veementemente pelo Ministério Público Federal e pela própria Abin. As duas instituições citam a Lei 9.883, de 1999, responsável pela instituição do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin). Também o Decreto 4.872, de 2003, sobre o funcionamento do sistema nacional de inteligência no País. Estão incluídos nesse sistema a Abin e a área de inteligência da Polícia Federal. |
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