Comentar Ver comentários (65)
MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
MODELO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO MANGABEIRA, SUCESSOR DE GUSHIKEN NA SECRETARIA DE ASSUNTOS ESTRATÉGICOS, GESTOR DA EXPROPRIAÇÃO DE DIREITOS DOS SERVIDORES PÚBLICOS DA EMENDA CONSTITUCIONAL 41/2003 QUE CRIOU A GROTESCA CONTRIBUIÇÃO DOS INATIVOS DO SERVIÇO PÚBLICO PARA O BENEFÍCIO QUE RECEBEM E A CRIAÇÃO DO FUNPRESP (FUNDO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS) PARA TRANSFORMAR EM PRIVADA A PREVIDÊNCIA QUE ERA PÚBLICA DOS VALORES ACIMA DO TETO DO INSS, EXPROPRIAÇÃO DE DIREITOS PARA ATENDER O INTERESSE DA AGIOTAGEM INTERNACIONAL EM SEMPRE MAIORES MAS INSUFICIENTES SUPERÁVITS FISCAIS PRIMÁRIOS QUE SUPORTEM A IMORAL ROLAGEM DA IMPAGÁVEL DÍVIDA PÚBLICA ÀS MAIS ALTAS TAXAS DE JURO DO PLANETA, CONFIRMANDO SEREM OS PODERES PÚBLICOS NATIVOS OS MAIS CORRUPTOS SEGUNDO DADOS DA ONU PORQUE PAÍS MAIS INJUSTO.
jacinto
balduinodias@bol.com.br
so nao entendo o que o queiroz queria saber de Habeus corpus se isso nao disresta a policia e sim ao judiciario no meu ver ele tinha que pedir a prisao pro JUIZ e quem tinha que se preocupar e pedir o Habreus corpus seria o advogado de defesa dos prisioneiros ou sera que ela pensa que vai ser prisao perpetua e por isso que ele esta se enrolando e porque esta se intrometendo no judiciario ou seja em funçao que nao e dele
REAL BODE: O MODELO MAFIOSO TRIUNFOU NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO PRIVATIZANDO A REPÚBLICA E EXPROPRIANDO DIREITOS DOS FUNCIONÁRIOS DAS ESTATAIS E DOS SERVIDORES PÚBLICOS
A CRISE E OS BODES: O leitor que correr os olhos pelas capas da revista britânica The Economist dos últimos vinte meses terá o desprazer de observar uma crise anunciada, alilás, repetidamente anunciada. Vejamos as manchetes: 24 de março de 2007  “O problema com o mercado imobiliário americano”; 22 de setembro de 2007  “A crise de crédito provocará uma recessão?”; 17 de novembro de 2007  “A vulnerável economia americana”; 5 de abril de 2008  “Concertando o mercado financeiro... e o risco de errar”. No segundo semestre de 2008, começa o mergulho: 20 de setembro, a imagem mostra um rodamoinho sugando Wall Street. Manchete: “O que virá a seguir?” Em 4 de outubro, a capa traz uma figura humana, solitária, que observa o abismo à sua frente. Manchete: “O mundo no limite”. O capitalismo sempre viveu aos trancos e barrancos. A períodos de grande crescimento seguem-se tempos de ajustes, freqüentemente marcados por recessões. O purgatório recentemente iniciado tem causas conhecidas e amplamente comentadas: dinheiro aos borbotões, vindo da Ásia e do Oriente Médio, apetite por riscos do lado de cá do Atlântico e controles que não acompanham a imaginação dos magos financeiros. Fruto das circunstâncias, a bolha da vez estourou, vitimando pessoas físicas e jurídicas. Como efeito colateral, entupiu as artérias vitais da economia, que provêem a força vital do planeta material: o crédito. Como se não bastasse, dinamitou a etérea base de confiança e fé que sustenta as atividades econômicas. Acordados de longo sono, os patrões de bancos centrais ensaiaram titubeante contra-ofensiva. Usaram armas bem conhecidas e outras ainda pouco testadas. O paciente tremeu, gemeu e esboçou alguns sinais vitais. Os familiares acompanham preocupados, alternando estados de desengano e alívio. Enquanto isso, emergentes preparam-se para submergir, assistindo os bem-aventurados picos de otimismo se transformarem em vales de pessimismo. Diante das lentes e da telas, economistas maravilhosos exibem suas teorias voadoras.
Termo de uso