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PRIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA - OPERAÇÃO SATIAGRAHA
ORIGEM DA OPERAÇÃO SATIAGRAHA: PRIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA: FHC e DD (EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PÚBLICO: TELEBRÁS,.... e EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PRIVADO: PREVI,....) EXPROPRIAÇÃO DE RECURSOS PRIVADOS DOS FUNDOS FECHADOS DE PENSÃO DAS ESTATAIS, PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PRINCIPALMENTE DA PREVI, E EXPROPRIAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS DO SISTEMA TELEBRÁS: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL CONSCIENTE: quando se trata da privatização do sistema Telebrás, da Vale do Rio Doce, são milhões de cidadãos, é a sociedade inteira, contra um governo que organiza privatizações de forma escusa, torcida, imoral, ilegal e lesiva, todas questionadas na Justiça e que podem ser anuladas, EXPROPRIAÇÃO ORQUESTRADA POR FHC, EX-SOCIÓLOGO SOCIALISTA POLIGLOTA: “esqueçam o que eu disse e fiz” E POR DANIEL DANTAS COM EXPROPRIAÇÕES DE DINHEIRO PÚBLICO E DE DINHEIRO PRIVADO SOB MODÊLO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL DE GILMAR MENDES, PRESIDENTE DO MANICÔMIO JUDICIÁRIO SEGUNDO ELE PRÓPRIO, CRIATURA DE FHC, E DO SEU MINISTRO DA JUSTIÇA NELSON JOBIM QUE, PRESIDENTE DO TSE DECLAROU: “o Judiciário não fará políticas econômicas mas transitará naquilo que for produzido pelo governo, principalmente nas questões inerentes à competência do TST”, JOBIM FENOMENAL MINISTRO DA DEFESA DO PRESIDENTE-METALÚRGICO E FUTURO PRESIDENTE DA REPÚBLICA.
PIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA - OPEAÇÃO SATIAGRAHA - UM
ORIGEM DA OPERAÇÃO SATIAGRAHA: PRIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA: PRIMEIRO: FHC e DD (EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PÚBLICO: TELEBRÁS,.... e EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PRIVADO: PREVI,....) SOB SUSPEITA Após essa reportagem caíram todos, exceto os Cardoso presidente e o general, e a PREVI foi ad nauseam citada. O negócio tá na nossa mão, sabe por que Beto? Se controla o dinheiro, o consórcio. Se faz aqui esses consórcios borocoxôs, são todos feitos aqui. O Pio (Borges, vice-presidente do BNDES) levanta e depois dá a rasteira. (Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações, em conversa com o irmão José Roberto, secretário executivo da Câmara de Comércio Exterior); Temos que fazer os italianos na marra, que estão com o Opportunity. Combina uma reunião para fechar o esquema. Eu vou praí às 6h30 e às 7 horas a gente faz a reunião. Fala pro Pio que vamos fechar (os consórcios) daquele jeito que só nós sabemos fazer. (Luiz Carlos Mendonça de Barros para André Lara Resende, presidente do BNDES, sobre a intenção de operar em favor do consórcio integrado pelo banco de investimentos Opportunity e a Telecom-Itália); Vai lá e negocia, joga o preço para baixo. Depois, na hora, se precisar, a gente sobe e ultrapassa o limite. (André Lara Resende para Pérsio Arida, sócio do Opportunity).
PRIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA - OPERAÇÃO SATIAGRAHA - DOIS
ORIGEM DA OPERAÇÃO SATIAGRAHA: PRIVATIZAÇÃO DA REPÚBLICA: SEGUNDO: FHC e DD (EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PÚBLICO: TELEBRÁS,.... e EXPROPRIAÇÃO DE DDINHEIRO PRIVADO: PREVI,....) “A imprensa está muito favorável, com editoriais” Trecho da fita enviada à Polícia Federal: O ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, André Lara Resende e Pérsio Arida estão reunidos. Eles conversam com Jair Bilachi, presidente da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O trio quer que a Previ se junte ao Opportunity, visando formar um consórcio para arrematar a Tele Norte Leste: “Estamos aqui eu, André. Pérsio e Pio (Borges, vice-presidente do BNDES), diz Mendonça de Barros a Bilachi. “Mas estamos muito preocupados com a montagem que o Ricardo Sérgio está fazendo do outro lado (junto ao consórcio de Carlos Jereissati). Porque está faltando dinheiro, doutor. E a gente está sabendo que uma das alternativas (do consórcio concorrente) é fundir as empresas com a holding. Aí, o negócio fica limpo e a minha primeira preocupação, e o presidente já me ligou, é que a gente ponha em pé este negócio. Senão, o que aparentemente for um #!@$%@# sucesso pode ficar um negócio amargo.” “Ministro, nós estamos concentrando forças e a nossa proposta é bem diferente”, responde Bilachi. “Mas é justo na linha de negócios. Nós estamos cacifando aqui. Mas, essa questão do outro negócio (apoio de Ricardo Sergio de Oliveira, do Banco do Brasil, ao grupo de Jereissati), acho que vocês deviam conversar com o Ricardo Sérgio.” “Tudo bem”, diz Mendonça de Barros. “Mas o importante para nós é que vocês montem com o Pérsio, evidentemente chegando a um acordo, e tudo o que precisar nós ajudamos. Temos um probleminha agora que é a carta de fiança. E é chato chegar agora, no meio da tarde, e o Banco do Brasil dizer que não vai dar.” “Vou falar com ele (Ricardo Sérgio)”, diz Bilachi. “Sei que ele (Ricardo Sérgio) está falando com a Telefónica de España, um negócio meio esquisito.” O ministro das Comunicações telefona para o diretor do Banco do Brasil, Ricardo Sérgio de Oliveira. E revela: o Opportunity quer participar do leilão da Tele Norte Leste, mas depende da concessão de uma fiança do Banco do Brasil: “Está tudo acertado”, diz Mendonça de Barros para Ricardo Sérgio. “Mas o Opportunity está com um problema de fiança. Não dá para o Banco do Brasil dar?” “Acabei de dar”, responde Ricardo Sérgio. “Dei para a Embratel e 874 milhões para o Telemar (Tele Norte Leste). Nós estamos no limite da nossa irresponsabilidade. São três dias de fiança para ele”, continua o diretor do Banco do Brasil, quase rindo. “É isso aí, estamos juntos”, diz Mendonça de Barros. “Na hora que der merda (Ricardo Sérgio se refere ao astronômico valor da fiança), estamos juntos desde o início.”
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