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sergio
sgrusso@superig.com.br
Quem tem que tomar cuidado é os EUA, pois eles já não são tão bem vistos no mundo todo. Por sua interferencia mundial, pela busca de armas que nunca existiram, e agora sua credibilidade está baixíssima, primeiro pela agencias de controle que dão nota pra tudo que é país e lá não tomou conta de nada, deu calote e distribuiu calote pelo mundo todo. Tudo que é desgraça vem de lá, vide: bomba atômica, AIDS, subsidio, o que eles mais fazem é exportar problemas para o mundo todo. Estão se tornando personas não gratas no mundo todo. Não está muito longe o momento, em que do mundo começará a pensar em viver sem os EUA, o Brasil já reduziu a dependencia, e breve é o que os outros países acabarão fazendo também. Se ainda conseguem algum dominio é devido a globalização da moeda (dólar) , mas está muito próximo o momento em que esta moeda deixará de ser a intermediária nas transações comerciais, daí meus queridos, o dólar vira pó, ninguém vai querer saber deste papel podre e sem lastro.
Obama já definiu sua forma de governo
A crise da economia americana vai ser PRIORIDADE p/ Obama e uma das medidas óbvias p/ fortalecer o mercado interno será impor SEVERAS RESTRIÇÕES à entrada de produtos estrangeiros, fortalecer os subsídios à indústria americana p/ que a economia se reaqueça. O que não é difícil em um país onde a alta qualidade da produção em qualquer setor, é evidente. No aspecto político, Obama estará mais voltado p/ o Oriente Médio, que tem ameaças constantes à segurança norte-americana e provavelmente continuará a manter o embargo à Cuba (mesmo se desativar Guantánamo) pq a ditadura castrista é um estímulo ao terrorismo na América Latina. E o Brasil que se CUIDE pq nas últimas semanas o irresponsável Lula andou se aconchegando c/ Zapatero, que agora dá asilo político a família de Osama Bin Laden, esteve em Cuba tricotando c/ os Castro e andou trocando mensagens c/ o presidente ditador do Irã, Ahmadinejad. Se Lula continuar fazendo essas c*agadas vai acabar colocando o Brasil na lista de desafetos norte-americanos. Quanto aos outros aloprados da América Latina, Chavez e Moralez, todos anti-americanos, Obama deve manter a política de tratá-los como ameaças em potencial à soberania dos EUA.
Robson de Oliveira
nosbornar@ig.com.br
Muitos devem estar se perguntando...Poxa por que tanto falam nas eleições americanas? Somos brasileiros o que temos com isso? Pois bem! È tudo uma questão de mídia. Nosso país respira cultura americana, e não é exclusividade só nossa. Vestimos calças jeans andamos muitos em carros ford, chevrolet, adquirímos hábitos tipicamente americanos, e daí? Não adianta vir com a conversa nacionalísta que precisamos vestir, dirigir, e usar produtos brasileiros, se não nos preocupamos com a indústria da forma como eles se preocuparam. Enquanto outros países do leste estavam unicamente interessados em produzir armamentos, direcionando a sua indústria praticamente nesse setôr, os norte-americanos investíam no aumento e na qualidade dos produtos que abastecíam o mundo. Isso tudo aliado á uma propaganda massiça vísta em filmes, música etc. Um estílo de vida convenhamos bem mais agradável de se seguir, do que os do leste europeu. O restante da europa, até por uma questão de espaço, e contenção de sua produção no pós-guerra teve também que absorver essa produção. É óbvio que os EUA possuem interesses no mundo todo, e vão continuar lutando do jeito que der para manter esses interesses, nós faríamos a mesma coisa. Isso independentemente de quem quer que esteja no poder. O importante é entender, que o governo respeite o cidadão do próprio país, mas sem deixar de levar em conta o cliente estrangeiro. A globalização chegou, e as formas como são negociadas as questões internacionais mudaram também. Isso é que causa essa dependência mundial da nação que (se vai bem) o mundo vai bem...(se vai mal) podemos ver e sentir isso no mundo também. O fim da era bush chegou...só temos que esperar que a era Obama, nos traga melhorías. Mas não podemos esquecer as questões internas deles, que por hora irão consumir a atenção total do seu novo presidente.
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