Comentar Ver comentários (39)
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS NO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS - NOVE
BB E PREVI FALIDOS NOVE – O MODÊLO MAFIOSO TRIUNFOU NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO. QUEBRA DE SIGILO DAS CORRETORAS DOS FUNDOS DE PENSÃO QUEBRARAM O BB – Calabi, presidente do banco, se desespera com a possibilidade de um rombo de 5,5 bi. Na quarta-feira passada, o economista Andrea Calabi, presidente do Banco do Brasil, irrompeu no plenário do Senado com ar arfante e semblante de desespero. Falou com alguns senadores e, em seguida, um grupo reuniu-se com ele na sala da vice-presidência. A portas fechadas, Calabi dizia aos senadores: “Quebraram o Banco do Brasil, quebraram o Banco do Brasil”. Um dia antes, o Senado aprovara uma resolução capaz de produzir um rombo de 5,5 bilhões de reais nos cofres do banco —o suficiente para deixá-lo na corda bamba. A resolução, proposta pelo senador José Agripino Maia, do PFL do Rio Grande do Norte, e emendada pelo senador José Eduardo Dutra do PT de Sergipe (depois presidente trabalhista da Petrobrás), é uma patifaria do começo ao fim. Pelos termos da medida aprovada, os três governos estaduais e as quatro prefeituras que emitiram títulos para pagar precatórios superfaturados ou que nem existiam como apurou a CPI dos Precatórios, encerrada em 1997, agora podem jogar a conta no nosso bolso. Ou seja: a União fica com os títulos podres no cofre e os Estados e municípios, que cometeram o crime de fazer uma emissão irregular, ganham dez anos para pagá-los. E onde entra o Bnco do Brasil? É simples: uma parte substancial dos títulos emitidos irregularmente pela prefeitura de São Paulo, num total de 5,5 bilhões de reais, está na carteira do Banco do Brasil. Esses títulos foram parar no BB durante o primeiro semestre de 1995, quando ainda não se sabia que os papéis eram uma fraude. Como a resolução diz que Estados e municípios não precisam resgatar seus títulos fajutos, o Banco do Brasil ficará com um mico monumental na mão. Visto que o patrimônio do banco é de 7,2 bilhões de reais, assumir um buraco de 5,5 bilhões o deixaria reduzido a 1,7 bilhão de reais de patrimônio. Com isso, pelas regras do Banco Central, o Banco do Brasil terá de aumentar seu capital. Ou seja, a União, mais uma vez, terá de pagar para manter o banco de pé. A alternativa para fugir do rombo é bastante sinuosa: a prefeitura de São Paulo, segundo determina a resolução do Senado, teria de admitir publicamente que cometeu um crime ao emitir os títulos, e o Banco do Brasil, por sua vez, precisaria provar que abriu sua carteira para esses papéis de boa-fé. Só existe um problema: o crime da prefeitura de São Paulo foi cometido durante a gestão do ex-prefeito Paulo Maluf, quando o secretário de Finanças era o atual prefeito Celso Pitta. Alguma chance de Celso Pitta vir a público admitindo que cometeu um crime? E, mesmo que o fizesse, ainda assim caberá à União assumir as dívidas. “Eles se deram bem” — Enquanto joga o Banco do Brasil na lona, a resolução do Senado recompensa não apenas os governos estaduais e prefeituras que cometeram um crime. Recompensa também todos os bancos e fundos de pensão suspeitos de ter participado da jogada dos títulos fajutos, na qual criaram uma cadeia da felicidade, aquela corrente em que compravam e vendiam os títulos irregulares, auferindo grandes lucros. Agora, além de ficar impunes, esses bancos e fundos de pensão ainda poderão receber o dinheiro dos títulos picaretas — tudo como se a operação tivesse sido feita na mais perfeita legalidade. “É um perdão para a cadeia da felicidade”, diz, indignado, o senador Roberto Requião, do PMDB do Paraná, que foi o relator da CPI dos Precatórios. A CPI, ao encerrar seus trabalhos, há dois anos, fez um relatório final em que incriminava os três governos estaduais, as quatro prefeituras e ainda uma penca de agentes financeiros que negociaram os títulos na cadeia da felicidade. “Eles lesaram os cofres públicos e ainda se deram bem”, resume o senador. (VEJA em 30 de junho de 1999)
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS NO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS - OITO
BB E PREVI FALIDOS OITO - INSPIRADORES: EUA E O GERENTE DE SEUS INTERESSES BOB FIELDS (ROBERTO CAMPOS). ÚNICA RESPONSÁVEL: DITADURA MILITAR. APROPRIAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO PELA AGIOTAGEM INTERNACIONAL O MODÊLO MAFIOSO TRIUNFOU NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO. ESTATAL BB e sua PREVI privada FALIDOS: STF/PETIÇÃO 3.349-3 DISTRITO FEDERAL DESPACHO ÍNTEGRA DA NOTA DO EX-PRESIDENTE FHC: Li com perplexidade e indignação palavras proferidas pelo Excelentíssimo senhor presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em comício realizado em 24 de fevereiro de 2005 em Jaguaré (ES). (...) Como ex-presidente tenho o direito de esperar de Sua Excelência a indicação concreta dos fatos aludidos, dizendo quem denunciou e quem foi denunciado, para que possam ser investigados. (...) Mandei apurar mesmo quando as acusações, como hoje se sabe, tinham fundamento político e poderiam causar danos ao país na área financeira. Não há de ser agora, quando não mais exerço funções públicas, que deixaria de me interessar pela apuração de eventuais desvios de conduta ocorridos. Se, entretanto, tudo não tiver passado de um rompante diante de críticas que tenho feito ao governo, lamento a falta de controle verbal e espero a necessária retratação. A palavra está com Sua Excelência o presidente Lula. Se calar, caberá ao Congresso exigir que a lei se cumpra. Fernando Henrique Cardoso. São Paulo, 25 de fevereiro de 2005 (...) Eu me lembro de um momento, logo no início do governo, quando um alto companheiro meu, de uma função muito importante, foi prestar contas de como tinha encontrado a instituição em que ele estava trabalhando - e me permitam, aqui, não dizer o nome da instituição - ele me dizia simplesmente o seguinte: Presidente, a nossa instituição está quebrada, estamos falidos. O processo de corrupção que aconteceu, antes de nós, foi muito grande. Algumas privatizações que foram feitas em tais lugares levaram a instituição a uma quebradeira. Eu disse ao meu companheiro: olhe, se tudo isso que você está me dizendo é verdade, você só tem o direito de dizer para mim. Para fora, feche a boca e diga que nossa instituição está preparada para ajudar no desenvolvimento deste país. (...) E eu tomei uma decisão muito pessoal e fiz com que o governo assumisse essa posição, de que o presidente que tinha deixado o governo, tinha feito aquilo que ele entendia que deveria fazer, e eu, ao invés de ficar preocupado com o que ele deixou de fazer, deveria me preocupar com o que eu tinha que fazer neste país. Portanto, se tinha alguma coisa que não estava funcionando, não era mais da responsabilidade de quem tinha deixado o governo, mas era da responsabilidade de quem tinha assumido o governo. Aliás, meu querido Carlos Wilson, eu, numa linguagem mais popular, sempre digo o seguinte: quando a gente casa com uma viúva, a gente não recusa a família; a gente casa com a viúva, com os filhos, com a mãe, com o pai e com as virtudes e os defeitos que a pessoa possa ter. E a recíproca é verdadeira: quando a mulher casa com o viúvo, também, leva a penca de problemas que, no primeiro momento, pensa que são soluções. Mas isso faz parte da vida.
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS NO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS - SETE
BB E PREVI FALIDOS SETE - INSPIRADORES: EUA E O GERENTE DE SEUS INTERESSES BOB FIELDS (ROBERTO CAMPOS). ÚNICA RESPONSÁVEL: DITADURA MILITAR. APROPRIAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO PELA AGIOTAGEM INTERNACIONAL O MODÊLO MAFIOSO TRIUNFOU NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO. ESTATAL BB e sua PREVI privada FALIDOS: 12/06/2002 - Decisão do TST evita despesa bilionária do Banco do Brasil (RT abaixo) O exame de uma questão processual pela Subseção de Dissídio Individual-II (SDI – II) do Tribunal Superior do Trabalho evitou o pagamento imediato, pelo Banco do Brasil, de uma indenização de aproximadamente R$ 11 bilhões, segundo as partes envolvidas no processo, em curso há mais de dez anos. De acordo com os cálculos contidos no processo, a quantia envolvida é uma vez e meia superior ao patrimônio total da instituição financeira. A decisão foi tomada pela SDI – II, com base no voto do ministro Ronaldo Lopes Leal, durante o exame de um recurso ordinário do Banco do Brasil proposto ao TST contra o posicionamento anteriormente adotado pela Justiça Trabalhista do Rio de Janeiro. A questão jurídica teve início em março de 1989, quando o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários (RJ) propôs uma ação de cumprimento contra o Banco do Brasil, junto à 7ª Junta de Conciliação e Julgamento (JCJ) da capital fluminense. A entidade sindical, com base em um posicionamento do TST, pediu a extensão – a todos os empregados, associados ou não – do chamado adicional de caráter pessoal (ACP). A vantagem remuneratória havia sido concedida pelo Banco Central a seus funcionários em outubro de 1987. Em agosto de 1989, a 7ª JCJ julgou a ação parcialmente procedente. Na decisão, foi reconhecido o direito dos empregados do Banco do Brasil à parcela ACP, calculada de forma retroativa a outubro de 1987. Também foi determinada a integração dos valores aos cálculos do FGTS, 13º salário, horas extras, anuênios e vantagens pessoais. A instituição financeira ajuizou recursos. A decisão contrária do STF, a última instância da hierarquia de recursos judiciais, foi publicada em 27 de setembro de 1996. Processos RT 00477-1989-007-01-00-6  AP 00477-1989-007-01-00-0 (8ª Turma-Relator Galba José dos Santos)  AP 00477-1989-007-01-01-9  AP 00477-1989-007-01-01-9 (1ª Turma-Relator Marcos Antonio Palacio).
Termo de uso