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MODELO MAFIOSOS TRIUNFANTE NO C.U. DO MUNDO GROTESCO COM HEMORRÓIDAS DA CANALHA IMUTÁVEL DONA DO PODER
PRESIDENTES DO BANCO CENTRAL PREPOStOS DA AGIOTAGEM INTERNACIONAL: ARMINIO FRAGA EMPREGADO DO SOROS O MAIOR AGIOTA DO PLANETA E MEIRELLES APOSENTADO DO BANK OF BOSTON EM 750 MIL DOLARES ANUAIS, AMBOS LÁ COLOCADOS PARA GARANTIR A IMORAL ROLAGEM DA IMPAGÁVEL DÍVIDA PÚBLICA ÀS MAIS ALTAS TAXAS DE JURO DO PLANETA E pau no c.u. dos prejudicados (FHC, EX-MONACA MULATO, FILHO DE GENERAL, EX-SOCIÓLOGO SOCIALISTA: esqueçam o que eu disse e fiz
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS NO C.U. DO MUNDO QUIXOTESCO COM HEMORRÓIDAS DA CANALHA IMUTÁVEL DONA DO PODER
CAPITALISMO EM CRISE. A recente crise do mercado financeiro colocou em xeque todo o sistema mundial das finanças. Mostrou que a grandeza das nações, as montanhas de dinheiro acumulado e as propaladas vantagens da globalização têm duas vias. Podem ser boas ou más. Tudo depende da forma como são concretizadas. A crise teve um começo certo no conceito e nas transformações do crédito na época pós-moderna. Crédito vem de crer. Do ponto de vista econômico, significa receber um bem imediatamente com a condição de pagá-lo no futuro. Acontece que esta engenhosa criatividade do ser humano para facilitar suas transações passou a ser um negócio em si mesmo. O que era instrumental para se atingir um fim transformou-se no próprio fim. E passou a constituir o conteúdo de diferentes institutos jurídicos e econômicos, que se denominaram “derivativos do crédito”. De início foram apenas os juros e a correção monetária que se calculam entre a disponibilidade do bem e o seu efetivo pagamento. Porém a extrema criatividade dos negócios internacionais, embalados pela especulação sem limites do ganho fácil, multiplicaram estas possibilidades. Formaram-se então os fundos de hedge, que são garantias do risco das operações financeiras. Mas esta própria garantia é objeto de especulação, pois se criaram muitas instituições para prestá-la mediante compensação financeira. Forma-se então a costumeira ciranda: um fator econômico se liga a outro, formando uma cadeia artificial e virtual, sem existência concreta, mas importando em quantias gigantescas que se contam em trilhões de dólares. Com a hipoteca aconteceu o mesmo. Esse instituto de direito privado permitiu que muitas pessoas adquirissem um bem dando como garantia um imóvel. Esta garantia, mais tarde passou a ser o próprio imóvel adquirido enquanto a dívida era paga. Mas também aqui começou a ciranda. Grandes empresas se especializaram no “comércio” das hipotecas, vendendo casas em massa sem cuidar da capacidade financeira do comprador.
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS NO C.U. DO MUNDO GROTESCO COM HEMORRÓIDAS DA CANALHA IMUTÁVEL DONA DO PODER
(CONTINUAÇÃO) Os créditos de hedge também se banalizaram e já aqui a ciranda engrossou em proporções incontroláveis. É o que se denominou de “subprime”, ou seja, o crédito geralmente destinado à habitação com risco significativamente alto. Como foi indiscriminadamente oferecido, houve a quebra das famosas empresas Freddie Mac e Fannie Mae. Por ela pagarão inocentes e pecadores, pois há muitos credores hipotecários que cumprem pontualmente a dívida, assumida proporcionalmente a seu patrimônio. Como o financiamento hipotecário está intimamente vinculado a bancos, aqui também a “tsunâmi” financeira os atingiu. Daí o colapso de bancos internacionalmente conhecidos, tais como o Lehman Brothers e a seguradora AIG, salva com dinheiro público por receio de risco sistêmico. Como esta ampla crise não se deve a fatores naturais  nenhuma enchente ou abalo sísmico aconteceu  nem muito menos a fatores violentos provocados pelas guerras ou epidemias, tudo foi gerado pelo próprio homem e a ele devem ser creditadas as conseqüências. O fato é uma grande lição histórica. Mostra que os milagres da globalização, como todo milagre, tem seu lado negativo na mesma proporção. Pode ser o bem e o mal em sua força máxima. Tudo dependerá do modo como é conduzida e assimilada nos diferentes sistemas nacionais. Também mostra a contradição de nossa época pós-moderna: enquanto pregamos a globalização, que nos beneficia com a convivência entre os povos, abertura de fronteiras, universalização da ciência e do conhecimento humano, produção em série de bens, também nos traz problemas difíceis tais como a imigração, a dominação econômica do capital especulativo, o terrorismo e a criminalidade internacional, através de quadrilhas altamente sofisticadas. A crise aí está. Quais seus efeitos para o mundo e como vai ser superada, ninguém sabe. Marx teve razão parcia. O capitalismo vive em crises. Só que estas não provocam sua destruição. Morrem aqui, mas renascem adiante. O que nos espera? Sair desta e esperar a próxima. (Antônio Álvares da Silva-Professor titular da Faculdade de Direito da UFMG)
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