Comentar Ver comentários (9)
luis
lisuras@ig.com.br
Sinto pena daqueles que contam com uma previdência completmentar. Que pena, pagaram tanto tempo e agora surge uma boa oportunidade para as empresa de previdencia privada dar o calote.
geraldo
A inadimplência triplicou na Espanha,aqui no Brasil irá ser dez vezes maior.Salvem-se quem puder.
Rene Bastos Baptista
renebastos@ig.com.br
Em passado recente, quando a economia globalizada navegava de vento em popa, o Brasil não ousou acompanhá-la, optando por melhor preparar-se para, ainda tempestivamente, obter um crescimento sustentado e de melhor tamanho. Entretanto, mal colhidos mirrados frutos dessa estratégia, eis que se lhe depara a tsunami financeira a desafiar os PACotes ortodoxos adotados para neutralizá-la. À falta de uma solução confiável calcada no real, ei-lo a buscar o caminho das pedras, utilizando alternativa heterodoxa inspirada no Acordo Ortográfico recentemente assinado, o qual recomenda a retirada do desnecessário e pesado acento no voo da galinha, permitindo que ela, livre de tal estorvo, relaxando e gozando, otimizasse seus deslocamentos, oportunizando-nos um tranquilo e duradouro crescimento, ao redor de 3,1416%, a partir de 2009. Além disso, como a crise resulta mais da falta de vergonha na cara do que da incompetência, e considerando que representamos 85% dos amantes da “Última flor do Lácio...”, poderíamos, como Colombo, botar o ovo em pé, acabando com a corruPção. Simples: bastaria exigirmos dos demais signatários do Acordo a “descontinuação” do P da abominável palavra, acabando de vez com essa dispensável duplicidade ortográfica. Sabe lá o desgosto, a humilhação que sentiriam, algemados ou não, os respetáveis mensalafrários, aloprados, Cacciolas, DDs e outros mais importantes e estranhamente inimputáveis, ao serem chamados de “corrutos”. Morreriam se preciso fosse: jamais aceitariam tratamento tão pouco honroso
Termo de uso