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CAMALEÃO AVANTE BRASIL REDIVIVO TUCANALHA |
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AVANTE BRASIL VOCÊ É A M.E.R.D.A QUE FLUE PELO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS. É UM TUCANALHA QUE TEM POR GURU O EX-MONARCA MULATO, O EX-SOCIÓLOGO SOCIALISTA POLIGLOTA: esqueçam o que eu disse e fiz e pau no c.u. dos prejudicados, QUE, ATRAVÉS DE SEU MINISTRO GAÚCHO DA JUSTIÇA NELSON JOBIM, ORA FENOMENAL COMANDANTE DAS FORÇAS ARMADAS PETISTAS, NOMEOU A PROCURADORA DO MPE, LOGO AGENTE DIRETA DO EXECUTIVO GAÚCHO, MRS. ELLEN GRACIE NORTHFLEET E SEU AGU GILMAR MENDES PARA, PRESIDENTES DO STF, SABOTAREM O GOVERNO LULA NA PF E ABIN, FHC QUE NOMEOU ARMÍNIO FRAGA EMPREGADO DO MAIOR AGIOTA DO PLANETA: SOROS PARA, COM O SUCESSOR HENRIQUE MEIRELLES, APOSENTADO DO BANK OF BOSTON EM 750 MIL DÓLARES ANUAIS, PORTANTO PREPOSTOS DA AGIOTAGEM INTERNACIONAL, GARANTIREM A IMORAL ROLAGEM DA IMPAGÁVEL DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA ÀS MAIS ALTAS TAXAS DE JURO DO PLANETA ATRAVÉS SEMPRE MAIORES MAS INSUFICIENTES SUPERAVITS FISCAIS À CUSTA DO SACRIFÍCIO DO POVO BRASILEIRO, FHC, PAI DO FILHO BASTARDO DA JORNALISTA-PADRÃO DAS ORGS. GLOBO DE DESPESAS, TANTO QUANTO AS DA FILHA BASTARDA DO CALHEIROS, PAGAS PELO PARTIDO MAIS PODEROSO DA REPÚBLICA PRIVATIZADA: O PARTIDO DAS EMPREITEIRAS. SOLUÇÃO: UMA FORÇA TAREFA PARA ELIMINÁ-LOS E O COVIL DA FERA FILHO DE GENERAL À RUA MARANHÃO, 1.037-BAIRRO HIGIENÓPOLIS,CEP 01240-001-SÃO PAULO (SP)
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E NO C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS |
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I - O PROBLEMA ESTÁ AQUI. Não consigo aceitar a extrema benevolência com que muitos órgãos de imprensa vêm tratanto aqueles que, até outro dia, posavam de “Mestres do Universo”, com poder para dizer quem deveria ou não merecer a confiança do “deus mercado” e as graças dos investidores mundo afora. Não passam de escroques que, com a inestimável ajuda das agências de risco, usaram seu poder para, por meio de operações financeiras “virtuais”, sem lastro, como agora se vê, alavancar os “ativos” das instituições que dirigiam com o objetivo de inflar seus lucros e, obviamente, os bilionários bônus que atribuíam a si próprios. Quanto às “agências de risco”, se ainda lhes restava alguma credibilidade, está cada vez mais óbvio que seu papel na “indústria” não é o de avaliar riscos, mas tanger a manada, ou seja, investidores e instituições financeiras menores, na direção que interessa aos graúdos. Obviamente, lá como cá, não faltarão “tropas de choque parlamentares” e “beiçudos togados” para proteger os “orelhudos de colarinho-branco” de uma eventual punição. No “Primeiro Mundo” as coisas não são necessariamente melhores, mas apenas maiores. II - O PROBLEMA ESTÁ AQUI. O que salvou o capitalismo na Crise de 1929 não foi nenhuma grande medida milagrosa, tampouco algum super-herói (como gostam de colocar os estadunidenses) como o presidente F.D.Roosevelt. A salvação do capitalismo foi a Segunda Grande Guerra, que possibilitou uma reorganização da produção mundial, a qual se voltou para a destruição (armas, artefatos de guerra etc.). Ou, como diria o saudoso economista Lauro Campos, “uma produção voltada para as não-mercadorias, os não-meios de produção e não-meios de consumo”. Uma produção direcionada não para as necessidades básicas e naturais do ser humano, mas, sim, para suprir as necessidades de um sistema que submete o público ao privado, o interesse coletivo ao individual e, principalmente, que submete o valor incomensurável da vida à ganância pelo lucro e pela acumulação de riqueza. Esperemos agora qual “solução milagrosa” será criada para salvar esses mecanismos geradores de grandes fortunas. |
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C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS (CONTINUA) |
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APERTEM OS CINTOS E OS BOLSOS, VAMOS PAGAR A CONTA DELES. O Brasil nasceu por obra e graça do modo de produção capitalista. E abençoado pelas cruzadas genocidas do Vaticano. Mudamos de Pindorama, em que viviam 5 milhões de habitantes no comunismo primitivo, para o capitalismo mercantil dependente. Durante quatro séculos, nos impuseam a produção de mercadorias agrícolas que os europeus precisavam. Muitas delas exóticas, como a cana, café, gado, algodão, pimenta etc. Trouxeram milhões de trabalhadores da África para o trabalho escravo. Nossso querido Jacob Gorender classificou o período de fazenda-plantation, do modo de produzir capitalista nas colônias. No século 20, fizemos nossa revolução industrial, tardia. Adotou-se o modelo de industrialização dependente. Uma tríplice aliança entre o capital estatal, estrangeiro e a nascente burguesia brasileira. As empresas do norte, em sua etapa imperialista, transferiram suas fábricas, máquinas e tecnologia para explorar nossa mão-de-obra, o mercado interno e nossas abundantes matérias–primas. Seguimos dependentes e enviando bilhões de dólares para as matrizes. No meio desse modelo, algumas crises e tentativas de rebelião dos debaixo em 1935, 1946 e 1964. Fomos derrotados. Veio a crise cíclica de 1980. Pusemos a culpa nos militares. Voltamos à democracia representativa. Essa de ter direito apenas a votar. Enquanto isso o modelo capitalista se renovava e entrava na fase de domínio do capital financeiro. Fontes citadas por Luís Nassif estimam que, na década de 1990, a América Latina transferiu para o norte mais de 1 trilhão de dólares, em capital líquido. E eles continuaram acumulando, comendo e bebendo às nossas custas. Agora, estamos em mais uma crise cíclica do capitalismo, em sua fase hegemonizada pelo capital financeiro. Será o fim do capitalismo? Claro que não. Será prolongada e profunda, provavelmente! E como sairão da crise? Alguém tem dúvidas? Ora, usando os mesmos métodos históricos. Só tem um jeito, aumentando a exploração dos trabalhadores do norte, e aumentando as transferências das riquezas do sul para lá. |
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