 |
 |
LIBEDADE DE AÇÃO MAFIOSA TRIUNFANTE VERSUS LIBERDADE DE EXPRESSÃO AGONIZANTE |
|
|
LIBERDADE DE AÇÃO MAFIOSA TRIUNFANTE VERSUS LIBERDADE DE EXPRESSÃO AGONIZANTE
FHC, FILHO DE GENERAL, EX-SOCIÓLOGO SOCIALISTA: “esqueçam o que eu disse e fiz”, PRIVATIZOU A REPÚBLICA E COM DD REI DOS GRAMPOS UTILIZANDO A KROLL DA CIA PRIVATIZOU A TELEBRAS CAUSANDO A SITUAÇÃO FALIMENTAR DA ESTATAL BB E SUA PREVI PRIVADA (VER ABAIXO), PARA PROVOCAR CRISE INSTITUCIONAL COM ELIMINAÇÃO DO MAIOR INIMIGO PAULO LACERDA DA ABIN COM A DECISIVA CONTRIBUIÇÃO DA CRIATURA TUCANA GILMAR MENDES PRESIDENTE DO SEU MANICÔMIO JUDICIÁRIO: É O TRIUNFO DO MODELO MAFIOSO NO ÂMBITO ESTATAL TUPINIQUIM ATRAVÉS GENERALIZAÇÃO DOS SEGREDOS QUE TORNARAM INACESSÍVEIS AS VERDADEIRAS DECISÕES, CONFIGURANDO O PAÍS COMO O MAIS INJUSTO DO PLANETA PORQUE ONDE ESTÁ A PIOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, A MAIOR DISTÂNCIA ENTRE RICOS E POBRES, PERFEITAMENTE DESCRITO POR BELLUZZO: “a democracia contemporânea transformou-se numa encenação, numa farsa financiada e representada por velhacos que tratam o povaréu como uma platéia de mentecaptos”, POR FAORO: “a mão invísivel, santificada do mercado que transforma vícios privados em virtude pública, gerou imenso vício público com raríssimas virtudes privadas” E INCRIVELMENTE PELO MINISTRO MARCO AURÉLIO: “são tantas e deslavadas as mentiras, tão grosseiras as justificativas, tão grande a falta de escrúpulos que já não se pode cogitar somente de uma crise de valores senão de um fosso moral e ético que parece dividiu o país; faz de conta que não foram usadas as mais deslavadas falcatruas para desviar milhões de reais num prejuízo irreversivel em país de tanto miseráveis; a rotina da desfaçatez, indignidade, parece não ter limites levando os já conformados cidadãos brasileiros a uma apatia cada vez mais surpreendente, como se tudo fosse muito natural e devesse ser assim mesmo”, CARACTERIZADO O C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS.
|
 |
 |
O REI DO GRAMPO, O MONARCA MULATO, A TELEBRAS PRIVATIZADA, O MANICÔMIO JUDICIÁRIO E O BB FALIDO |
|
|
O REI DO GRAMPO, O MONARCA MULATO, A TELEBRAS PRIVATIZADA, O MANICÔMIO JUDICIÁRIO E O BB FALIDO
ÍNTEGRA DA NOTA DO EX-PRESIDENTE FHC: “Li com perplexidade e indignação palavras proferidas pelo Excelentíssimo senhor presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em comício realizado no Espírito Santo. Chocou-me ver um presidente fazer denúncia anônima e genérica, pois em tese todos os responsáveis por grandes unidades estatais podem se sentir atingidos e, pior ainda, vê-lo praticando o delito de acobertamento. Como ex-presidente tenho o direito de esperar de Sua Excelência a indicação concreta dos fatos aludidos, dizendo quem denunciou e quem foi denunciado, para que possam ser investigados. Não tenho o menor interesse em que se encubram fatos ocorridos durante os oito anos em que governei o Brasil. Mandei apurar todas as denúncias que chegaram a mim. Jamais obstaculizei a Justiça ou a Procuradoria, mesmo quando as acusações, como hoje se sabe, tinham fundamento político e poderiam causar danos ao país na área financeira. Não há de ser agora, quando não mais exerço funções públicas, que deixaria de me interessar pela apuração de eventuais desvios de conduta ocorridos. Se, entretanto, tudo não tiver passado de um rompante diante de críticas que tenho feito ao governo, lamento a falta de controle verbal e espero a necessária retratação. A palavra está com Sua Excelência o presidente Lula. Se calar, caberá ao Congresso exigir que a lei se cumpra. Fernando Henrique Cardoso. São Paulo, 25 de fevereiro de 2005”
PETIÇÃO 3.349-3 DISTRITO FEDERAL DESPACHO: O PSDB - Partido da Social Democracia Brasileira, a título de medida preventiva em relação a ação penal por crime de difamação, requer a notificação do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para prestar as explicações necessárias, em especial para esclarecer e extirpar as 'obscuridades, ambigüidades e equivocidades que afirma divisar em passagem transcrita de discurso que o Requerido pronunciou em solenidade pública em Jaguaré, no Espírito Santo, no dia 24 de fevereiro último.
2. O Senhor Presidente da República, requerido, ofereceu memorial da lavra do em. Advogado-Geral da União, Ministro Álvaro Ribeiro Costa - cuja juntada por linha determinei - no qual, em síntese, alega a inadmissibilidade da interpelação, por ilegitimidade do Partido requerente e por impossibilidade jurídica do pedido.
3. Este, o trecho do discurso do Requerido, no qual se conteria a ofensa ao Requerente, objeto do pedido de explicações: |
 |
 |
O REI DO GRAMPO, O MONARCA MULATO, A TELEBRAS PRIVATIZADA, O MANICÔMIO JUDICIÁRIO E O BB FALIDO |
|
|
(CONTINUAÇÃO) (...) Eu me lembro de um momento, logo no início do governo, quando um alto companheiro meu, de uma função muito importante, foi prestar contas de como tinha encontrado a instituição em que ele estava trabalhando - e me permitam, aqui, não dizer o nome da instituição - ele me dizia simplesmente o seguinte: Presidente, a nossa instituição está quebrada, estamos falidos. O processo de corrupção que aconteceu, antes de nós, foi muito grande. Algumas privatizações que foram feitas em tais lugares levaram a instituição a uma quebradeira. Eu disse ao meu companheiro: olhe, se tudo isso que você está me dizendo é verdade, você só tem o direito de dizer para mim. Para fora, feche a boca e diga que nossa instituição está preparada para ajudar no desenvolvimento deste país. Ele não entendeu. E eu dizia para ele é isso mesmo, porque se nós, com três dias de posse, ou com três meses de posse, saíssemos pelo Brasil vendendo a idéia de que determinadas coisas importantes em que a sociedade brasileira acredita, se determinadas instituições de que a República tanto necessita, como uma espécie de alavanca para o desenvolvimento deste país, se a gente saísse dizendo que estavam está quebradas, eu me pergunto: que mensagem nós íamos passar à sociedade? Tanto à sociedade interna, quanto à sociedade externa? Isso poderia ser bom se eu tivesse tomado a decisão de achincalhar o governo que substituí. E eu tomei uma decisão muito pessoal e fiz com que o governo assumisse essa posição, de que o presidente que tinha deixado o governo, tinha feito aquilo que ele entendia que deveria fazer, e eu, ao invés de ficar preocupado com o que ele deixou de fazer, deveria me preocupar com o que eu tinha que fazer neste país. Portanto, se tinha alguma coisa que não estava funcionando, não era mais da responsabilidade de quem tinha deixado o governo, mas era da responsabilidade de quem tinha assumido o governo. Aliás, meu querido Carlos Wilson, eu, numa linguagem mais popular, sempre digo o seguinte: quando a gente casa com uma viúva, a gente não recusa a família; a gente casa com a viúva, com os filhos, com a mãe, com o pai e com as virtudes e os defeitos que a pessoa possa ter. E a recíproca é verdadeira: quando a mulher casa com o viúvo, também, leva a penca de problemas que, no primeiro momento, pensa que são soluções. Mas isso faz parte da vida.
(...) VIII 43. De tudo, seja por inexistência, no discurso questionado de ofensas equívocas ou ambíguas que lhe pudessem eventualmente estar endereçadas, seja, em conseqüência, por falta de legitimação ativa do Partido para a persecução penal delas - esclarecidas ou não -, nego seguimento ao pedido de interpelação. Brasília, 7 de março de 2005. Ministro SEPÚLVEDA PERTENCE – Relator |
 |
|