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CAUSA DA PERDA DOS 438,5 BILHÕES: MACROCOSMO: O C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: PRIVATIZAÇÃO DOS LUCROS E SOCIALIZAÇÃO DOS PREJUÍZOS |
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CAUSA DA PERDA DOS 438,5 BILHÕES
SALVAÇÃO DE MORIBUNDOS. CRISE: mais uma vez, o governo americano despeja dólares em instituições podres. Loucuras e trapaças de espertalhões privados, incompetência e desídia de autoridades lorpas: essas são as virtudes que deflagraram a crise das hipotecas. Originada no mercado de financiamento da casa própria, a encrenca financeira se aprofunda e se generaliza. Em seu movimento insidioso e devastador, semana sim, outra também, o virus da escassez de liquidez e da insolvência contamina novas instituições, grandes, pequenas, nacionais e regionais. A disseminação da “falência infecciosa” mobiliza o Estado americano. Em pânico, os agentes do poder público avançam o sinal e desmoralizam mitos e convicções apresentados aos crentes como constitutivos do espírito do capitalismo. Comentaristas atilados chamam a atenção para o sistemático desrespeito a duas cláusulas pétreas do ethos do mercado: 1. Os perdedores realizam prejuízos, assim como o ganhadores registram lucros. 2. Não se usa dinheiro do contribuinte para salvar instituições privadas da bancarrota. Delírios. Diante da realidade nua e crua, o secretário do Tesouro americano, Henry Paulson, colocou à disposição a grana dos contribuintes para comprar ações das moribundas Fannie Mae e Freddie Mac, instituições privadas de crédito hipotecário. Sem restrição de valores. Criadas por Roosevelt nos anos 30 do século XX, na era do New Deal, as agências, então governamentais, funcionaram como banco de segunda linha, provendo liquidez para o mercado de hipotecas. Fannie e Freddie cumpriram um papel importante na realização do mais acalentado sonho americano: a aquisição da casa própria. Privatizadas, chegaram à beira do abismo do subprime. Impedidas de capturar devedores perigosos por restrições regulatórias, ainda assim foram tragadas pelo sorvedouro hipotecário. Alegam, mas não provam, garantia governamental. O Federal Reserve (Fed), de Ben Bernanke, entrou na dança, atropelando as regras e abrindo as comportas da liquidez para manter vivas as bizarras criaturas da ganância infecciosa. Depois de socorrer bancos de investimento o Fed promete abrir seu balanço para acolher as dívidas a preços que o mercado recusaria das agências depauperadas. A macacada que abastece sua inteligência com a sabedoria dos manuais não consegue restaurar a posição da mandíbula, permanentemente pendurada num rictus de espanto. A boca aberta é a reação de perplexidade diante dos procedimentos façanhudos do Tesouro americano e das proezas cometidas pelo Fed, sempre festejado por sua independência. Os mercados e seus porta-vozes aplaudem e proclamam que as autoridades monetárias, representando o interesse coletivo, não podem deixar que prosperem e se aprofundem o contágio, a deflação de ativos e a contração do crédito. É necessário que os bancos centrais estejam dispostos, nessas circunstâncias, a prover socorro para os mercados em crise. Colunistas de finanças e economia, uns de reputação global e outros nem tanto, revelam indignação com a socialização dos prejuízos e a privatização dos lucros. Como se tais práticas fossem a exceção, não a regra, William Buiter, linha-dura da ortodoxia, escreveu no Financial Times, que “o socorro à Fannie Mae e Freddie Mac pelas forças combinadas do Tesouro e do Fed é o mais terrível exercício dessa natureza, que jamais observei fora das fronteiras das banana republics”. Já foi dito aqui, mas não custa repetir: o desvario da finança desregulada não começou nos países “depreciados” pela arrogância do senhor Buiter. Como diz o bem-sucedido George Soros, a prepotência financeira, aliada a teorias tolas, rompeu as barreiras impostas, depois da crise dos anos 30, às estripulias dos mercados. Os bancos de depósito voltaram a operar direta e indiretamente nos mercados de capitais, valendo-se da securitização de créditos.
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CAUSA DA PERDA DOS 438,5 BILHÕES: MACROCOSMO: O C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: PRIVATIZAÇÃO DOS LUCROS E SOCIALIZAÇÃO DOS PREJUÍZOS |
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(CONTINUAÇÃO) A criação dos “bancos-sombra” shadow banks na linguagem de mercado facilitou o envolvimento com o financiamento de posições em ações e, pior, em ativos originados dos créditos securitizados. Essa nova configuração institucional acirrou a concorrência entre as instituições financeiras. As loucuras foram cometidas simultaneamente na captura da clientela e na introdução de inovações obscuras e mal compreendidas em seus efeitos pelos próprios inovadores. O New York Times cita Byron Wien, estrategista-chefe do hedge fund Pequot Capital. Em tradução livre, interpreto o que diz Wien: “Os físicos e os matemáticos da finança jogam um monte de equações com pequenas letras gregas na frente das pessoas que administram as firmas de Wall Street. Elas não entendem o que estão fazendo”. É fácil descarregar a culpa sobre os “cientistas da finança”, vítimas da “arrogância dos tolos”, incapazes de compreender as contradições entre demência coletiva e decisões privadas, típicas dos mercados infectados pela “sabedoria dos espertos”. Suas sofisticadas equações tentam dominar os instintos da manada com os supostos simplificadores dos modelos de risco. Na verdade, os gestores de portfólios, na sofreguidão de carrear mais recursos sob o seu controle e na ânsia de bater os concorrentes, são
compelidos a buscar as melhores performances. Os bancos de investimento multiplicaram os hedge funds sob sua administração, abriram espaço em suas carteiras para produtos e ativos de maior risco e montaram estruturas alavancadas. Em um ambiente de estabilidade e de rendimentos em queda, a busca de ganhos mais alentados levou aos píncaros as relações entre o valor dos ativos carregados nas carteiras e o capital próprio das instituições. Equações e letras gregas são mera retórica pseudocientífica para justificar trapalhadas financeiras. Os bancos centrais e demais autoridades reguladoras estão, portanto, diante de desafios que exigem a revisão da regulamentação. Nos últimos anos, foram rápidas e intensas as transformações nas práticas de intermediação, nos métodos e modelos de precificação de ativos e dos riscos associados, bem como na hierarquia, nas formas de concorrência e no papel das instituições. Como já foi dito, tais inovações pemitiram maior fluidez nas transações, estimularam a securitização gananciosa e a alavancagem imprudente. Quando esses agentes são surpreendidos por movimentos bruscos e não antecipados de preços, as perdas estimadas obrigam â liquidação de posições para a cobertura da margem, ampliando desmesuradamente o risco de mercado e o risco de liquidez. Esse roteiro decretou a sina do Bear Stearns e, agora, ameaça a sobrevivência de outros, como as agências Fannie Mae e Freddy Mac, cuja falência tem grande potencial destrutivo. Os efeitos de uma eventual quebra das duas malogradas agências ultrapassam as fronteiras do mercado financeiro. São instituições globais. Chegaram à China. Cálculos do Tesouro dos Estados Unidos estimam que os bancos centrais carreguem em suas carteiras cerca de 1,3 trilhão de dólares de dívidas das agências. Os chineses tornaram-se grandes compradores dos papéis da desditosa dupla, reagindo ao desempenho dos títulos do Tesouro americano. A remuneração do treasuries afundou na liquidez global generosa, estimulando a busca por aplicações de maior risco e rendimento. O defaut das agências tem enorme poder de contaminação dos mercados globais e, caso aconteça, vai desatar uma fuga sem precedentes dos ativos denominados em dólar. Apavorados, Paulson e Bernanke estão, em última instância, trocando dívida e ações das agências falidas por títulos do Tesouro, estes sim garantidos pelos impostos pagos pelo contribuinte. (Belluzzo) |
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jose |
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Bem o plano real foi editado 1.994, pelo então ministro da fazenda FHC, depois graças a esse plano elegeu se presidente. FHC ficou governando esse pais por oito anos, saiu ele e entrou lula ja fazem 6 longos anos, lula tentou mudar alguma coisa do que FEZ FHC, acho que não está tudo igual, e se tem ou teve alguma coisa errada compete ao então governo do pt modificar e consertar algum possivel erro, o que o lula quis mudar foi a IPMF, imposto do cheque por lei seria é foi extinta 31 de dezembro de 2007, a obra da famigerada Imposto do cheque embora criado no governo FHC, lula e pt queriam a todo custo que ela permanecesse, no modo do pt e lula entenderem então de todas as coisas ruins que FHC fez pelo menos a do imposto do cheque era bom, pois queriam sua continuação, quando a lei obriga que ela teria que ser extinta como foi, que fez lula nesses longos anos de governo, sabemos que e escandalos em cima de escqandalos, mensalção, dinheiro na cueca e por ai vai, pessimo governo gente é uma coisa tirar um pais com inflaçaõ de 50 por cento ao ano, e zerar a inflação por 4 anos foi obra de FHC, cabe ao lula aprimorar o que n se conseguiu fazer no governo passado, ora se FHC tivesse opegado um pais como o lula pegou, com economia boa, sem inflação, vamos ver como esse batedor d epeito e se orgulhar de ser analfabeto e ingnorante vai deixar a economia do pais, é só esperar pra ver |
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