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JARBAS NUNES FALCAO
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-Aos Administradores do I G. Até quando estas notícias. Tenho certeza absoluta que tem outras mais.
PAGAMENTO SAIRÁ DOS IMPOSTOS PAGOS A PREFEITURA
Prefeita está disposta a pagar R$ 5 mil por pistas de assassinos Rio - Ao som de hinos evangélicos, cerca de 400 pessoas acompanharam por três quilômetros o cortejo do corpo do candidato a vereador de Magé Orney dos Santos Pereira, companheiro da prefeita Núbia Cozzolino. O corpo foi sepultado às 16h30 desta sexta-feira, no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé. Amparada por coregionários, Núbia ainda aparentava estar em estado de choque. Ainda se recuperando de uma operação, ela foi medicada com tranqüilizantes. Nesta quinta-feira, ela sofreu uma crise nervosa ao chegar ao Hospital de Piabetá para ver o corpo do marido. Transtornada, ela entrou na recepção esmurrando e chutando portas e paredes. R$ 5 mil por pistas de assassinos Todos os parentes e amigos estavam muito arredios com a imprensa e não quiseram comentar sobre o assassinato. O único disposto a falar, o secretário de Comunicação de Magé, Jorge Cosam, disse que Núbia está disposta a colaborar com as investigações. A prefeita está disposta a pagar R$ 5 mil por informação dos assassinos ou de mentores. A delegada Márcia Noeli, titular da 66ª DP (Piabetá), disse que já ouviu 10 testemunhas, mas que ainda há informações conflitantes. Ela pretende ouvir mais pessoas para tentar montar o retrato falado do assassino até segunda-feira. Orney foi morto com seis tiros, na tarde desta quinta-feira, após sair do comitê de campanha, na Avenida Automóvel Clube, distrito de Fragoso. De acordo com testemunhas, Orney falava ao telefone quando, em frente à Padaria e Lanchonete Alegria do Grafoso, ouviu o assassino perguntar alto quem era o Ney?. Ao virar, o criminoso disparou principalmente contra a cabeça da vitíma.
Solução Infalível... Sequência
É disso que o Brasil precisa. Economia pro Estado. Quer dizer, a população não vai mais precisar pagar tantos impostos. É bandido demais pro povo sustentar. Sem falar nos bandidos chiques, como o Cacciola.
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