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C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: DD E FHC, CAPOS DEI CAPI DO MODÊLO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
adoro o IG,e enquanto ele deixar,vou esparramar meus textos podem xingar,que eu agüento,duro de agüentar,são as minhas hemorróidas saltitantes e a minha diarréia mental,e no mais,eu ganho pra isso e creio que vocês sabem quem me paga né ! viva o IG !
C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: O SOBREVIVENTE SEM ADESÃO À BANDA PÔDRE--MACROCOSMO: O C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: PRIVATIZAÇÃO DOS LUCROS E SOCIALIZAÇÃO DOS PREJUÍZOS
adoro o IG,e enquanto ele deixar,vou esparramar meus textos podem xingar,que eu agüento,duro de agüentar,são as minhas hemorróidas saltitantes e a minha diarréia mental,e no mais,eu ganho pra isso e creio que vocês sabem quem me paga né ! viva o IG !
ALEA JACTA EST: C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS AD AETERNUM
PASSADO O RUBICÃO, ALEA JACTA EST. A OPERAÇÃO ANTI-DANTAS É O FIO DA MEADA DE UM ENREDO GIGANTESCO, QUE COMEÇA COM AS PRIVATIZAÇÕES DO GOVERNO FHC. Hugo Chicarone, professor na gangue do Opportunity, disse: O problema para nós está na primeira instância, no STF e no STJ a gente tem vida fácil. A frase é recente, e certamente apressada. Confiante demais. Inegável, porém, é que a situação de Daniel Dantas na 6ª Vara de São Paulo está destinada a um desfecho fatal, enquanto o habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo, Gilmar Mendes, não passou de paliativo. O banqueiro já voltou à prisão. O Rubicão foi transposto. O disco rígido retirado pela PF da sede do Opportunity há quatro anos finalmente foi aberto e a nação tem o direito de conhecer seu conteúdo. Altíssima figura da República, em fins de 2005, quando perguntei em off por que o disco continuava fechado, respondeu textualmente: “Se for aberto, o Brasil pára por dois anos”. Outra personagem de primeiro plano foi além: acaba a República. CartaCapital permite-se os vaticínios opostos. A nação abre os olhos e a República se fortalece. Sempre convém botar pingos nos is e dar o nome aos bois. Graças às façanhas do banqueiro do Opportunity, o Brasil tem a chance de uma mudança real, profundíssima. DD não é Sansão. Está habilitado, porém, a levar para o inferno um número expressivo de filisteus. Houve até quem supusesse que o homem tem uma abnorme orelha direita e acusasse CartaCapital de sublinhar-lhe o defeito físico. Mas o banqueiro deve seu desmesurado ouvido a uma caricatura fotográfica produzida pelo computador, de sorte a caracterizar alguém tão obsessivamente inclinado a ouvir a conversa alheia. CartaCapital, desde a época de quinzenal, faz mira insistente no orelhudo porque sabe dos seus poderes daninhos. Foi pioneira na identificação de um esquema de corrupção montado há muitos anos e de proporções e capilaridade extraordinárias, e logo ganhou a companhia de outra revista, a Teletime de Rubens Glasberg, e de dois jornalistas acostumados a remar contra a corrente, Paulo Henrique Amorim e Luis Nassif. Autor da primeira reportagem dantesca de CartaCapital foi Giancarlo Summa. Depois o então redator-chefe Bob Fernandes escreveu várias e, ao deixar a revista, manteve a mesma linha de atuação em seu freqüentadíssimo blog. Feitas as contas, trata-se de uma armata brancaleone empenhada em atirar pedrinhas sobre a avenida do império midiático nativo. O enredo é conhecido e se repete em todos os quadrantes da atividade jornalística. Os praticantes do espírito crítico, prontos a fiscalizar o poder onde quer que se manifeste, pagam caro por isso. No caso de CartaCapital, tivemos de enfrentar anos a fio a pecha de cultivar preconceitos, quando não ódio descabido, sem contar o comportamento de algumas agências de publicidade que descobriram um bom motivo para nos negar anúncios. Nem por isso recuamos. Hoje aqui estamos sem a vontade de celebrações retumbantes. Podemos ter apenas a certeza do dever cumprido.
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