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C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: DD E FHC, CAPOS DEI CAPI DO MODÊLO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
adoro o IG,e enquanto ele deixar,vou esparramar meus textos podem xingar,que eu agüento,duro de agüentar,são as minhas hemorróidas saltitantes e a minha diarréia mental,e no mais,eu ganho pra isso e creio que vocês sabem quem me paga né ! viva o IG !
C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS: DD E FHC, CAPOS DEI CAPI DO MODÊLO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
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DANIEL DANTAS, CAPO DEI CAPI DO MODÊLO MAFIOSO TRIUNFANTE NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO
O RASTRO DE DANTAS. Começou fabricando sacolas e quase foi ministro de Fernando Collor. Filho de um empresário baiano amigo de infância de Antonio Calos Magalhães, Daniel Valente Dantas, 50 anos, conseguiu construir um império a partir de negócios envoltos em muitas suspeitas e trapaças. Tido como um dos homens mais ricos do País é formado em engenharia e economia. Recém-formado, Dantas abriu com amigos uma fábrica de sacolas, mais tarde teve um posto de gasolina, trabalhou na indústria têxtil e numa empresa de turismo. Atuou como engenheiro da empreiteira Odebrecht, antes de se doutorar em economia na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e fazer pós-doutorado no Massachussetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Consultor econômico do PFL no início dos anos 1990, Dantas foi indicado por ACM para ser o ministro da Economia do governo Collor, posto mais tarde ocupado po Zélia Cardoso de Mello. Quando o plano Collor é anunciado, DD é o principal executivo do Banco Icatu. O banco conseguiu escapar do famigerado bloqueio das contas e lucrou milhões de dólares com sua estratégia. Na ocasião Dantas foi acusado de contar com informações privilegiadas. Criado em 1994, o Opportunity foi escolhido pelo Citibank para gerir os recursos que o banco americano aplicaria no processo de privatização de estatais brasileiras. Contou com o empurrãozinho do ex-ministro da Fazenda Mário Henrique Simonsen, de quem tinha sido aluno. Simonsen foi por anos integrante do conselho de administração do Citibank, quando o banco norte-americano figurava entre os maiores e mais poderosos do mundo. Os fundos estrangeiros, mais os fundos do Opportunity, administrados de maneira singular por Dantas, constituíram o consórcio que arrematou o controle da Tele Centro–Sul, Telemig e Amazõnia Celular. O banqueiro também administrou as participações acionárias de fundos de pensão de estatais e de sócios estrangeiros, com os quais travou grandes batalhas judiciais a exemplo da Telecom Italia, na telefonia fixa, e do grupo canadense TIW, de telefonia móvel. Os fundos exigiam maior transparência na gestão das aplicações e questionaram os poderes de gestão de Dantas, parceiro minoritário. Em 1996, o banqueiro tornou-se alvo de uma investigação federal por suspeitas de favorecimento do Opportunity na privatização. No ano seguinte, começaram as divergências com a Telecom Italia e os fundos de pensão. Dantas também está em conflito há anos com o ex-sócio Luiz Roberto Demarco, que pediu a dissolução de um fundo de investimentos que o banqueiro administrava no Caribe. Demarco ganhou a ação em última instância na Corte Suprema do Reino Unido. Próximo à cúpula tucana, foi recebido por Fernando Henrique Cardoso em um jantar no Palácio do Planalto em 2002. No dia seguinte ao jantar ocorreria a troca de comando nos fundos de pensão em sintonia com os interesses de Dantas. Após a Operação Chacal, deflagrada pela PF em setembro de 2004, Dantas foi acusado de espionar desafetos, aliados, empresas e órgãos públicos, coletando dados sigilosos e reservados. Teria contratado os serviços da consultoria norte-americana Kroll. Em maio de 2006, entregou à revista Veja contas falsas no exterior de Lula, ministros e ex-ministros, do então diretor da PF Paulo Lacerda e do senador Romeu Tuma. Foi indiciado por crime de calúnia.
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