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C.U. DO MUNDO COM HEMORRÓIDAS E SEU MANICÔMIO JUDICIÁIO SEGUNDO SEU PRESIDENTE GILMAR MENDES |
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VIII - APROPRIAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO PELA AGIOTAGEM INTERNACIONAL. O MODÊLO MAFIOSO TRIUNFOU NO ÂMBITO ESTATAL BRASILEIRO. Gilmar Mendes, tanto quanto Mrs. Northfleet, criaturas de FHC e Jobim, seu ex-ministro da Justiça ora Ministro da Defesa de Lula: TÉCNICO DE CABEDAL INEXCEDÍVEL. O mundo gira. O novo presidente eleito do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, no papel de advogado-geral da União durante o governo FHC, classificou a Justiça brasileira de “manicômio judiciário”. Marco Aurélio Mello, então presidente do STF deu troco. Só que bateu no chefe de Mendes, o presidente da República. Ele acusou FHC de ser o responsável pela “maior insegurança jurídica da história” do País, pelo número de medidas provisórias que editava. Hoje em dia, pela cordialidade aparente no plenário do tribunal, os dois reataram. A partir do dia 23 de abril, Gilmar Mendes passa a comandar o manicômio. A vida é dura. Ellen Gracie passou a presidência do Supremo Tribunal Federal para Gilmar Mendes, na quarta-feira 23, mas não ficou para a cerimônia de cumprimentos. Talvez tenha ido buscar fôlego para dar cabo da pesada herança recebida dele. Se ficar, a senhora Gracie vai ter de relatar os 10.800 processos que Mendes deixou para serem examinados. Presidente do STF comenta indicação do advogado-geral da União para o STF. Ao ser informado sobre a indicação do advogado-geral da União, Gilmar Mendes, para ocupar vaga na Suprema Corte aberta com a aposentadoria do ministro Néri da Silveira, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Marco Aurélio disse que o processo de escolha de ministro é um ato complexo, e que se deve aguardar o pronunciamento do Senado Federal. O presidente afirmou que considera Gilmar Mendes “um técnico de cabedal inexcedível”, ressaltando que o indicado à vaga no STF será o mais novo ministro do tribunal, “com todo o entusiasmo da juventude”. De acordo com o artigo 101, parágrafo único, da Constituição Federal, o candidato a ocupar o cargo de ministro do STF deve ter notável saber jurídico, reputação ilibada e idade entre 35 e 65 anos. Oposição em sintonia fina. Mais uma vez, o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, sintoniza a voz na freqüencia da oposição a Lula. Dias antes de se apresentada a emenda da Contribuição Social pra a Saúde (CSS), Mendes atiçado por um repórter, surfou na onda especulativa de que a proposta da CSS fosse encaminhada por meio de um projeto de lei. “Vamos ter um estresse do ponto de vista constitucional. Vamos ter alguma impugnação no Supremo Tribunal Federal”, comentou. A CSS é uma tentativa do governo de remediar os males da extinção da CPMF. Fixa uma alíquota de 0,1% sobre as movimentações financeiras acima de 3.038 reais. É uma contribuição dos mais ricos aos mais pobres. A derrota da CPMF foi uma iniciativa do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-senador Jorge Bornhausen, do DEM. Um graduado integrante desse partido, em conversa sob sigilo, conta que os dois acreditam que sem a CPMF Lula perde o fôlego no campo social. “Será impossível sustentar o Bolsa Família. Esvasiaram o modelo e bloquearam o terceiro mandato”, revela o integrante do DEM. Se tudo correr como prevê a oposição, com Gilmar Mendes disposto a levantar barreira no STF, o próximo presidente terá de arcar com a decisão de podar o programa social. Mas não há crime perfeito. O desgaste do sucessor dará a Lula a chance de voltar em 2014 com um apoio popular insuperável.
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PRIMEIRO: SOB SUSPEITA Após essa reportagem caíram todos, exceto os Cardoso presidente e o general, e a PREVI foi ad nauseam citada. O negócio tá na nossa mão, sabe por que Beto? Se controla o dinheiro, o consórcio. Se faz aqui esses consórcios borocoxôs, são todos feitos aqui. O Pio (Borges, vice-presidente do BNDES) levanta e depois dá a rasteira. (Luiz Carlos Mendonça de Barros, ministro das Comunicações, em conversa com o irmão José Roberto, secretário executivo da Câmara de Comércio Exterior); Temos que fazer os italianos na marra, que estão com o Opportunity. Combina uma reunião para fechar o esquema. Eu vou praí às 6h30 e às 7 horas a gente faz a reunião. Fala pro Pio que vamos fechar (os consórcios) daquele jeito que só nós sabemos fazer. (Luiz Carlos Mendonça de Barros para André Lara Resende, presidente do BNDES, sobre a intenção de operar em favor do consórcio integrado pelo banco de investimentos Opportunity e a Telecom-Itália); Vai lá e negocia, joga o preço para baixo. Depois, na hora, se precisar, a gente sobe e ultrapassa o limite. (André Lara Resende para Pérsio Arida, sócio do Opportunity). |
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SEGUNDO: “A imprensa está muito favorável, com editoriais” Trecho da fita enviada à Polícia Federal: O ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, André Lara Resende e Pérsio Arida estão reunidos. Eles conversam com Jair Bilachi, presidente da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. O trio quer que a Previ se junte ao Opportunity, visando formar um consórcio para arrematar a Tele Norte Leste: “Estamos aqui eu, André. Pérsio e Pio (Borges, vice-presidente do BNDES), diz Mendonça de Barros a Bilachi. “Mas estamos muito preocupados com a montagem que o Ricardo Sérgio está fazendo do outro lado (junto ao consórcio de Carlos Jereissati). Porque está faltando dinheiro, doutor. E a gente está sabendo que uma das alternativas (do consórcio concorrente) é fundir as empresas com a holding. Aí, o negócio fica limpo e a minha primeira preocupação, e o presidente já me ligou, é que a gente ponha em pé este negócio. Senão, o que aparentemente for um #!@$%@# sucesso pode ficar um negócio amargo.” “Ministro, nós estamos concentrando forças e a nossa proposta é bem diferente”, responde Bilachi. “Mas é justo na linha de negócios. Nós estamos cacifando aqui. Mas, essa questão do outro negócio (apoio de Ricardo Sergio de Oliveira, do Banco do Brasil, ao grupo de Jereissati), acho que vocês deviam conversar com o Ricardo Sérgio.” “Tudo bem”, diz Mendonça de Barros. “Mas o importante para nós é que vocês montem com o Pérsio, evidentemente chegando a um acordo, e tudo o que precisar nós ajudamos. Temos um probleminha agora que é a carta de fiança. E é chato chegar agora, no meio da tarde, e o Banco do Brasil dizer que não vai dar.” “Vou falar com ele (Ricardo Sérgio)”, diz Bilachi. “Sei que ele (Ricardo Sérgio) está falando com a Telefónica de España, um negócio meio esquisito.” |
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