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Theo
theolg@ig.com.br
Pessoal, isso foi a maior cagada que poderiam ter feito com o nosso ensino. A universidade publica eh nossa unica fonte de mao de obra qualificada. Dar vagas para alunos que naum tem preparo apenas pelo fato de serem pobres naum resolve o problema, pelo contrario; vai aconteecer com o ensino superior a mesma coisa que acontece com o ensino medio e estadual, ou seja, vai virar uma porcaria. Por que o senado naum aprova leis para melhorar o ensino basico em vez de fazer distribuicao de vagas para os menos capazes? Vamos tornar esses individuos aptos a conseguirem as vagas por proprio esforco. Podemos fazer isso atraves da valorizacao dos professores e da melhoria do nosso ensino basico. Eu naum contrato profissional formado em universidade da cota!!!!(desculpem pelos acentos, mas estou em um teclado um pouco confuso)
Rodolfo C. Domingos
rodolfocd@ig.com.br
A partir que se estabelece cotas para uma determinada vaga, deduz-se que o indivíduo não é capaz, por meios próprios, de conseguí-la. Diante disto, podemos chegar às seguintes conclusões: 1) Fazer malabarismo político para a criação e aprovação destas cotas é mais fácil do que reformular todo o ensino do país; 2) Estas cotas podem ser consideradas racistas e preconceituosas, visto que, a sua existência configura, de forma velada, a incapacidade de um grupo de obter acesso à um nível seleto.
Kelly Costa
Mesmo sabendo que é uma manobra política, a aprovação nestas condições (cota pra alunos da rede pública) é viável. Na minha opinião seria dispensável negros ou índios porque isto não diminui o preparo de ninguém. Até porque o que se aprova é o resutlado do vestibular e para ter certeza que não haverá distinção, basta não solicitar que seja preenchido a cor da pele na ficha de inscrição. Já o nível escolar freqüentado na escola, isto sim, influencia na hora do vestibular. Ressaltando ainda que esta cota para escola pública é necessária porque o ensino público vai de mal a pior...
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