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graciliano
ipocla@ig.com.br
A análise do jornalista, que está ministro, é a mesma que qualquer colega minimamente lúcido faria. Franklin não fala como autoridade, político, mas como um repórter que está perto dos fatos. O que será que veda os olhos da mídia brasileira, que não consegue ver os avanços do governo e as fragilidades da oposição? O que temos a ver com isso, nós repórteres? Por que torcer os fatos e a realidade? Nosso papel é criticar sim, exigir mais, mas nunca agirmos como partido, trabalhar contra o país e iludir o público. A História avança e os jornalistas pararam de pensar, de cumprir seu papel social. É triste.
Para o Amigo Ricardo
Estimados Ricardo e Franklin: Sinto muito, pensei muito em um convite mas recusei! Eu não pretendo ser um Presidente. Eu cumpro as minhas promessas ou então não as faço! Gosto de andar pelas ruas livremente em meio ao povo sem seguranças, minha segurança é a verdade! Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar - se possível - judeus, o gentio... negros... brancos...mendigos...favelados...os que passam fome...os que sentem frio nas ruas...os esquecidos pelo governo...pelos corruptos do mensalão... e pelos homens que praticam os males dos pobres.. Todos nós deveríamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos deveriam ser assim. Desejar viver para a felicidade do próximo - não para o seu infortúnio. Não devian mentir e roubar os que governam, Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos Políticos no Brasil... levantou no mundo as muralhas do ódio...Andam as escondidas e com seguranças para que não sejam roubados naquilo que roubaram dos pobres!e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido. Ainda dá tempo de recomeçar senhores políticos. C. Chaplin
manoel ferreira
manoelferreiraconsultoria@ig.com.br
Franklin vou ajudar você a se lembrar de quem você era, o cara que eu admirava:: Vovê Nasceu em Vitória no dia 10 de agosto de 1948, mas se criou no Rio, mais especificamente em Copacabana, no Posto 6, na Bulhões de Carvalho - rua que, segundo Paulo Francis, era o pesadelo dos revisores de jornais. Afinal, num só nome, havia dois palavrões cabeludíssimos à espreita. É neto e bisneto de imigrantes portugueses, que saíram da região do Porto e do Vizeu e foram para Petrópolis, no Rio de Janeiro. Isso pelo lado do seu pai. Já as origens da família de sua mãe são mais nebulosas. você sabe apenas que os pais de seu avô eram pequenos plantadores de café do Norte do Espírito Santo. A duras penas, ele formou-se em engenharia e passou boa parte da vida construindo ferrovias. Deixou um livro belíssimo, “O desbravamento das selvas do rio Doce”, sobre a epopéia da construção da Vitória a Minas. Éram nove irmãos, uma família grande mesmo para os padrões da época. Sempre foi um privilegiado por isso. Quem se cria no meio de muita gente aprende, desde pequeno, a dividir sem ser passado para trás e a abrir caminho sem dar cotoveladas nos outros. A cada momento topa com novidades, recebe muitas influências diferentes e vive num ambiente em permanente ebulição. Seu pai, O seo Mário Martins, Que exemplo hein? Era jornalista e político. Foi um ferrenho opositor da ditadura de Vargas, o que o levou a ser preso várias vezes. Ajudou a fundar a UDN, elegeu-se vereador e deputado federal, renunciou ao mandato de deputado por divergências com o partido, foi senador e acabou cassado depois do AI-5. Sua mãe, Dinah, embora tenha se formado em Direito e Farmácia, nunca advogou ou aviou receitas. Foi mãe e mulher exemplar em tempo integral. Segurou a barra de todos vocês uma mulher admirável! Franklin volta pra tua casa! seu amigo manopel!
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