Na data de 15 de novembro de 1889, encerrou-se mais um ciclo político em nosso querido País: a Monarquia. Antecedeu-a o Sistema da Governadoria-Geral, o das Capitanias Hereditárias e o Vice-Reino. Preocupada com as novas idéias (republicanas) provindas do norte do Continente Americano e de além-mar, a Corte Portuguesa, aproveitando as ameaças que lhes dirigia Napoleão Bonqaparte, aqui enconrou um porto seguro, fundando, mais tarde, o Reino Unido de Portugal e Algarves, o que arrefeceu um pouco a motivação pelas novas idéias libertárias. De simples colônia passamos a ser um Império, o único ao sul da Linha do Equador. Espoliação: claro que sim, nesses 508 (quinhentos e oito anos de História). Mesmo assim, em igual lapso temporal e em outros tantos, a nossa terra jamais fenecerá. Ultimamente, agora nem tanto, muito se falou sobre tudo ser isso e qauilo republicano: tradições republicanas, leis republicanas, etc. Valeu a pena esses cerca de 120 (cento e vinte) anos sob à égide de uma República? Por quê não uma reparação histórica em face da defenstração da Corte, como querem alguns à semelhança da denominada vergonha da escravatura? Pelo menos numa Monarquia Parlamentarista, não haveria confusão relativamente aos atos do Chefe de Governo com os atos do Chefe do Estado, por básico. Isso já daria a certeza de 50% (cinqüenta por cento) de acerto. Tenho dito! |