Comentar Ver comentários (23)
SONIA MARIA GÓES SHAFA
sonia.shafa@yahoo.com.br
Programas de Saúde pública no País não tem continuidade. Sou enfermeira Obstétrica e de Saúde pública, acompanho esta situação há anos, e nada consegue ser sistematizado exceto em agluns Municipios, em esopecial Curitiba que implantou o M]ãe Curitibana( com o qual colaborei), fazíamos Oficinas de humanização e se estimulava o Parto Normal, inclusive com educação das gestantes e dos Profissionais de Saúde. O programa não se sistematiza- não consitui prioridade.A cidadania da mulher no Brasil é muito frágil e apenas com uma cidadania de saúde forte, onde os movimentos de Mulheres realmente colocassem esta matéria como prioridade a nivel de discussão e reflexão e na pauta governamental, poderia garantir esta condição.o Brasil continua aatrasado N~este campo. Não há interêsse verdadeiro nem humanização dos gestores......Coope- rei em vários momentos sobre êste tema e meta do MS como enfermeira governamental, mas infelizmente voltamos a estaca zero contínuamente.o MS produz material, o assunto muitas vêzes fica engavetado.Países com alta tasxa de analfabetismo em Mulheres, fraca cidadania e marginalidade não avançam nêste campo. Ao contrário , na Europa, países como a Holanda avançam continuamente no resgate do parto humanizado. Parto n~]ao é um evento médico apenas, e principalmente um evento humano, e nosso país cada vez mais se desumaniza na Saúde!@
CRÉU CRÉU CRÉU NA BANDIDAGEM NA VELOCIDADE 100
Mulheres principalmente as funkeiras se tornaram ratazanas que procriam em ninhadas para receber as esmolas do governo Lula, aí quando os filhos do funk e do tráfico crescem entram para marginalidade e dão trabalho as autoridades para caça-los e exterminá-los.
Marco Antônio Paiva Nogueira Júnior
map04@ig.com.br
Não acho que se deva resolver o problema de os médicos indicarem cesáreas em casos em que seriam perfeitamente cabíveis partos normais pagando médicos por hora. Isso é como dizer que se devia pagar 100 mil por mês ao Roberto Jefferson para ele não ter desviado, como deputado, 4 milhões de reais. Deve-se é processar, no Conselho Federal de Medicina e na Justiça Comum, profissionais que por razões financeiras deixam de zelar corretamente pela saúde de suas pacientes. A questão aqui é de ética, não de dinheiro. Se a cada vez que acharem que estão ganhando pouco, decidirem utilizar procedimentos mais rentáveis ao invés dos indicados, a sociedade estará bem servida, hein? Ninguém obriga ninguém a seguir esta ou aquela profissão. Mas a partir do momento em que se exerce, deve-se fazê-lo dentro dos preceitos profissionais, éticos e morais que balizam a profissão escolhida. Lutar por melhores vencimentos é uma coisa. Utilizar procedimentos inadequados para isso é outra, muito diferente.
Termo de uso