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SONIA MARIA GÓES SHAFA |
sonia.shafa@yahoo.com.br |
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Programas de Saúde pública no País não tem continuidade. Sou enfermeira Obstétrica e de Saúde pública, acompanho esta situação há anos, e nada consegue ser sistematizado exceto em agluns Municipios, em esopecial Curitiba que implantou o M]ãe Curitibana( com o qual colaborei), fazíamos Oficinas de humanização e se estimulava o Parto Normal, inclusive com educação das gestantes e dos Profissionais de Saúde. O programa não se sistematiza- não consitui prioridade.A cidadania da mulher no Brasil é muito frágil e apenas com uma cidadania de saúde forte, onde os movimentos de Mulheres realmente colocassem esta matéria como prioridade a nivel de discussão e reflexão e na pauta governamental, poderia garantir esta condição.o Brasil continua aatrasado N~este campo. Não há interêsse verdadeiro nem humanização dos gestores......Coope-
rei em vários momentos sobre êste tema e meta do MS como enfermeira governamental, mas infelizmente voltamos a estaca zero contínuamente.o MS produz material, o assunto muitas vêzes fica engavetado.Países com alta tasxa de analfabetismo em Mulheres, fraca cidadania e marginalidade não avançam nêste campo. Ao contrário , na Europa, países como a Holanda avançam continuamente no resgate do parto humanizado. Parto n~]ao é um evento médico apenas, e principalmente um evento humano, e nosso país cada vez mais se desumaniza na Saúde!@ |
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CRÉU CRÉU CRÉU NA BANDIDAGEM NA VELOCIDADE 100 |
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Mulheres principalmente as funkeiras se tornaram ratazanas que procriam em ninhadas para receber as esmolas do governo Lula, aí quando os filhos do funk e do tráfico crescem entram para marginalidade e dão trabalho as autoridades para caça-los e exterminá-los. |
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Marco Antônio Paiva Nogueira Júnior |
map04@ig.com.br |
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Não acho que se deva resolver o problema de os médicos indicarem cesáreas em casos em que seriam perfeitamente cabíveis partos normais pagando médicos por hora. Isso é como dizer que se devia pagar 100 mil por mês ao Roberto Jefferson para ele não ter desviado, como deputado, 4 milhões de reais. Deve-se é processar, no Conselho Federal de Medicina e na Justiça Comum, profissionais que por razões financeiras deixam de zelar corretamente pela saúde de suas pacientes. A questão aqui é de ética, não de dinheiro. Se a cada vez que acharem que estão ganhando pouco, decidirem utilizar procedimentos mais rentáveis ao invés dos indicados, a sociedade estará bem servida, hein? Ninguém obriga ninguém a seguir esta ou aquela profissão. Mas a partir do momento em que se exerce, deve-se fazê-lo dentro dos preceitos profissionais, éticos e morais que balizam a profissão escolhida. Lutar por melhores vencimentos é uma coisa. Utilizar procedimentos inadequados para isso é outra, muito diferente. |
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