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Luiz Domingos de Luna
deuteronomioarte@ig.com.br
O Blog Livro Digital – Google. Luiz Domingos de Luna Um bom livro Em suas mãos Páginas a folhear Celulose sem gastar Meio de comunicação Depende de sua atuação Para credibilidade conquistar É também uma revista Um canal de uma pista Nunca vai poder parar A história nele passa Depende da argamassa De volume bem dosado Pois o olhar do outro lado Diz se já foi visitado Ou ainda vai visitar Não dá para prender Nem serve para vender Nem para ser alugado O seu preço é qualidade Que depende do leitor Que estabelece o valor Do material postado Nasce no novo mundo Vive enclausurado Na tela bem amarrado Percorre em um segundo A fronteira do infinito A força de seu grito Em horizonte firmado Conduzindo com intensidade A fórmula da liberdade De um universo colado
Luiz Domingos de Luna
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A Miragem Luiz Domingos de Luna É muito fácil observar A presilha dos seres humanos Sentidos, prazeres, desenganos. Uma paisagem a embelezar Tudo parece um sonho Emoções sentimentos Um corpo lançado ao vento Na busca de um mundo risonho Cada um num carrossel a girar O filme da vida pontuando O Futuro ao presente ocupando O Passado a história registrar A maquina humana em movimento Os líquidos internos em plena ação Uma desordem que vai parar-Pena Deixar a cadeira, para outro ocupar. É um show com tempo determinado É Viver plenamente a emoção? É A razão e emoção conjuntamente Ou o grande parque da Ilusão ?
Luiz Domingos de Luna
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Alma Ferida Luiz Domingos de Luna Na Caminhada dos passos Resistência de um intelecto A Dor de um martírio incerto O barulho do tempo espaço No asfalto rastejando ofegante Fome, dor, tristeza e cansaço. Tem que nervo de aço Para subir a rampa derrapante De repente um chute nas entranhas O Corpo o saco de pancadas A vida a um tempo aniquilada Pelo ódio brutal do tirano A Matéria toda esfarelada As carnes doloridas na estrada Cada murro uma queda abalada A dor da morte avizinhada A Carne morredoura fraquejante O Espírito um eterno vigilante Observa o corpo frágil ondulante O Olho não reconhece mais o atacante A Inércia empurra o corpo cambaleante A derrota da matéria castigada O Troféu do agressor é levantado Derrotaste a carne morredoura Mas a alma a sonhar encantadora Nos umbrais do tempo a gritar -Tenho que juntar este bagaço Humano e uma nova vida começar?
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