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Marcos Lima |
marsivili@ig.com.br |
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Temos a pior elite do mundo, que juntamente com seus testas de ferro na política nos legou a pior distribuição de renda, onde 10 % da população detém 75% do PIB. E na busca de manter esse padrão social, essa elite se vale de muitos artifícios, e do mais sofisticado e poderoso sistema de comunicação dos paises em desenvolvimento, setor alvo de um grande volume de recursos generosamente oferecido pelos herdeiros da bolorenta e criminosa UDN os atuais DEM e seus fieis escudeiros do PSDB. Plenos e soberbos orgulhosos de sua capacidade de manipulação das massas hipnotizada pelos recursos implícitos nas tela das TV’s, nas ondas do radio, nos textos com suas manchetes distorcidas e agora na web que mantém no anonimato seus mercenários de plantão, que recorre ao escárnio e inúmeros adjetivos pejorativos para desqualificar qualquer um que ouse mostrar e lembrar nossa história de injustiça, para com a maioria em beneficio da minoria de avental ou não, na diáspora ou não. E nessa história recente do “nossos” Pais, se destaca negativamente a figura desse filho de general, que se deixou usar docemente constrangido por essa elite na busca histórica de se perpetuar no poder e se valer desse poder em detrimento da massa e de seus bens públicos, dilapidados onde se salvou a nossa Petrobras quase transformada em Petrobrax, com total complacência desse felizmente ex-presidente, que perde inúmeras oportunidades de ficar calado ou exercer um mínimo de humildade necessário a quem foi dado à faculdade de fazer e não o fez, e de forma totalmente desprovida de discernimento, inacreditavelmente, de quem, por ter recebido toda informação necessária a um acadêmico, se mostre, um total ignorante e vestal palha, digno de nossa triste história política. E agora, usando de todo cinismo inerente aos boçais e palhas tomados pelo egocentrismo inato dessa criatura, posa de mensageiro da boa nova, e elo para um pacto social, sendo que seu partido o soberbo PSDB boicota toda e qualquer iniciativa do grande estadista o presidente LULA que sempre buscou o consenso social e garças a deus e a providencia, coisa que os tucanos chamam de sorte, o nosso presidente vem conseguindo a duras penas sem o apoio dessa gente, uma verdadeira revolução social com a maior inclusão social jamais vista na nossa história. |
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C.U. DO MUNDO |
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(...) quando a instituição se negou a dar folga a seus devedores, Vidotto afirma que a administração do Banco do Brasil não avaliou a intensidade da crise de liquidez do momento, quando condenou as renegociações em geral e colocou seus gerentes no encalço de qualquer um que tivesse dívidas com o Banco. Com tal atitude, o Banco do Brasil legitimou, em amplos estratos, a ação da banda ruralista, diz Carlos Vidotto. Os resultados do segundo semestre só podiam piorar, como o fracasso da recuperação de créditos demonstrou. Restou ao Banco mostrar ao governo que era capaz de demitir funcionários, uma ação inócua diante dos números globais. A opinião de Vidotto encontra ressonância entre políticos e economistas. O deputado Delfim Netto (então do partido progressista das arábias PPB), por exemplo, chama de insensato o tratamento dado à questão dos créditos agrícolas, pela direção do Banco do Brasil. Primeiro, a divulgação dos números causou escândalo: US$ 90 bilhões perdidos no financiamento da agricultura. Mentira! Os números verdadeiros revelaram-se, com enorme constrangimento, menos de 10% do total anunciado (Rá!Rá!Rá!). Segundo. O mínimo que se disse dos produtores rurais, com a cumplicidade de uma imprensa imbecilizada, foi que se tratava de um bando de 'caloteiros'. É preciso diferenciar o produtor do pilantra, o que o pessoal da Carteira Rural poderia fazer melhor do que ninguém. CULTURA PERDIDA. Na análise de alguns especialistas, a paranóia em torno da necessidade de reduzir a inadimplência, além de não separar alhos de bugalhos, gerou uma verdadeira dilapidação na cultura de crédito do Banco do Brasil. Em vez de buscarem emprestar bem, os funcionários teriam adquirido um comportamento reativo diante das demandas do cliente. Ou seja, na maior parte das agências, a ordem não é consolidar parcerias, mas apenas prestar serviços. Além disso, a mudança de rota, que concentrou esforços na captação, resultou na transferência das atividades de cadastro e controle de operações para os Centros de Processamento, Serviços e Comunicações (Cesecs), com a conseqüente perda de qualidade das informações sobre a clientela. Em grande parte dos pontos de atendimento terminou o reinado dos responsáveis pelo cadastro, antes verdadeiras eminências pardas nas agências do Banco do Brasil. Em resumo, o BB não sabe, hoje, quem é quem na sua carteira de crédito, ou como ela se estrutura. Os esforços de informatização dos bancos de dados e do portfólio de ativos esbarram no despreparo dos funcionários, na operação ainda incipiente dos sistemas ou mesmo na resistência de muitos gerentes em aplicar as mudanças introduzidas. O MAR E O ROCHEDO. Para o economista Dércio Munhoz, professor da UNB e guru do ex-presidente Itamar Franco, o Banco tinha de ter ido ao Congresso e ao Ministério da Fazenda dizer que estava entre o mar e o rochedo: quebraria, se desse aos produtores rurais, em condições especiais, recursos captados a juros de mercado. Por outro lado, era a agricultura que desmoronaria, casa ficasse sem dinheiro. Esse era o momento certo de discutir um ponto tão crucial. Além de sensibilidade, faltou ação política por parte da direção do Banco do Brasil. Eles ficaram apenas no 'eu quero', diz Munhoz. DÉRCIO MUNHOZ: é inaceitável o BB absorver prejuízos de responsabilidade do Tesouro. (Revista MOMENTO de abril de 1996). |
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C.U. DO MUNDO |
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(CONTINUAÇÃO) PÁGINAS POLICIAIS. As demissões na distribuidora do Banco do Brasil vieram no momento em que a Instituição ainda administra a ressaca de denúncias que levaram o nome do BB para as páginas de polícia dos grandes jornais, no final do ano passado. O primeiro escândalo noticiava os desdobramentos de uma negociata de R$ 250 milhões, envolvendo as agências SAI-DF e Jundiaí-SP, e empresas do DF e do interior de São Paulo. As apurações das auditorias internas resultaram na demissão do funcionário Carlos Alberto Albiero, ex-gerente geral da agência de Jundiaí. O caso oferece um cardápio de falcatruas e mecanismos fraudulentos já bem conhecidos dos brasileiros: malversação de dinheiro público, maquiagem de balanços e testas-de-ferro. Mas, sobretudo nos laudos das auditorias internas aparecia o nome de um peixe graúdo: o do então secretário executivo da diretoria do Banco, Manoel Pinto de Souza Júnior. O secretário também seria o pivô do escândalo da lista de deputados do PPB (partido progressista das arábias), que acabou respingando no Palácio do Planalto. A tal lista revelava a situação das contas movimentadas por parlamentares daquele partido, junto ao Banco do Brasil. Quando o documento vazou, em dezembro do ano passado, a sociedade ficou sabendo que a Coordenadoria de Assuntos Parlamentares do BB, além de acompanhar as seções do Congresso, funcionava também como uma central de recebimento e análise de pleitos políticos. Em português claro, era um balcão de negócios. Nas investigações sobre quem teria solicitado a elaboração da lista – que seria utilizada como instrumento de barganha por votos a favor da reeleição – surgiu o nome do ministro da coordenação política do governo, deputado Luiz Carlos Santos, cujo contato no Banco seria o secretário Manoel Pinto. As próprias investigações da auditoria interna envolveram o nome do secretário que acabou “punido exemplarmente” com a nomeação para a diretoria executiva de uma das subsidiárias do Banco, na área de seguridade.” |
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