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jacqueline cerqueira |
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discordo de vc sobre o interesse ser por copnta da menina ser de classe media,a questao é o que cansa nesse pais,as mentiras,as armaçoes os jeitinhoso que vc ve nesse caso,nos precisavamos que uma menina morresse e a famila mostrasse as grandes armaçoes que existem nesse pais,de certo modo nao deixa de ser bonito,pois nao temos coragem de sair nas ruas p protestar por nossos direitos,mas fizemos isso pela impunidade que estava se apresentando na morte da menina,e por isso e somente por isso,eles fizeram foi um erro gravissimo,mas pior do que o erro,e o nao arrependimento do mesmo,pois nas favalas isso acontece,mas assim que o autor e pego ele confessa chorando,e nesse caso o respaldo e a uniao e justo pelo contrario,o avõ da criança esta usando tudo que tem,e todos que pode no sentido de esconder e absolver,naõ nos assombramos com o sorriso da isabella,nos indignamos ate que ponto as pessoas como esses nardonis,que sao o proprio retrato da politica do pais chega para conseguirem seus ideais |
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Marão |
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Lhyu, vou fazer uma rima para você:
Lhyu, Lhyu, vai tomar no #!@$%@#.
Seu filho da #!@$%@#. |
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Marcos |
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Na minha opinião, o caso somente ganhou toda repercussão que observamos porque a pequena Isabela fazia parte da classe média que se considera hoje protegida dos crimes por seus condomínios, cercas elétricas, centrais de monitoramento, etc. Será que se esse mesmo caso acontecesse em um barraco numa favela do rio de janeiro chegaria sequer a um jornal popular de bairro? Creio que da forma como aconteceu, podemos aprender que todas as Isabelas tem que ser protegidas, as dos bairros elegantes das capitais, as cortadoras de cana do interior, e as que moram nas favelas espalhadas por esse nosso Brasil. Devemos olhar não somente para o julgamento dos Nardoni, mas sim para a forma como estamos tratando as crianças e adolescentes deste país. Se as coisas continuarem do jeito que estão que país deixaremos para nossos filhos? |
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