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JECA TATU |
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ISABELLA DEIXOU DE VIVER PRIVAÇÃO INFERNAL NO PAÍS MAIS INJUSTO DO PLANETA SEGUNDO DADOS DA ONU: O DE MAIOR CONCENTRAÇÃO, DE PIOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA, DE MAIOR DISTÂNCIA ENTRE RICOS E POBRES, ONDE ESTA SEPULTADO O MANDAMENTO MAGNO DA LEI MAGNA: A ORDEM SOCIAL TEM COMO BASE O PRIMADO DO TRABALHO PARA ALCANÇAR O BEM-ESTAR E A JUSTIÇA SOCIAIS, ISTO É, O PRIMADO NÃO É O DA AGIOTAGEM INTERNACIONAL.
O Poder Econômico predador, por quinhentos anos, elegeu o Executivo e o Legislativo e nomeou o Judiciário para garantir a impunidade dos criminosos servidores públicos dos três Poderes que miserabilizaram às culminâncias o povo brasileiro rebaixando-a de 8ª para a 15ª economia mundial, atual coordenação do capo di capi, do maior cancro da vida pública brasileira que há muito deveria ter sido extirpado pela consciência nacional, do ex-ministro da justiça da esquecida D. Dulce, malufista Abi Ackel herdeiro do gerente dos interesses americanos neste cu do mundo Bob Fields, parceiro-mor dos governos pré-Lula que vem nomeando diretamente os ministros do Supremo, dirigindo a nomeação dos juízes dos outros Tribunais, dirigindo a eleição da direção desses Tribunais para dirigir a distribuição de processos e oferecer prestações jurisdicionais que atendam aos seus escusos interesses ligados aos da “Banca” internacional para transferir recursos públicos de brasileiros aposentados das Estatais, e agora também os do serviço público na incrível EC trabalhista, transferindo-os para a agiotagem internacional, Judiciário do país mais injusto do planeta porque o de pior distribuição, maior concentração de renda, maior distância entre ricos e pobres segundo relatórios da própria agiotagem internacional reunida no Banco Mundial, Judiciário servil do capital especulativo na busca de maior superávit fiscal primário que suporte a imoral rolagem da impagável dívida pública às mais altas taxas do planeta.
“A mão invisível santificada do mercado que transforma vícios privados em virtude pública, gerou imenso vício público com raríssimas virtudes privadas”;
“A democracia contemporânea transformou-se numa encenação, numa farsa financiada e representada por velhacos que tratam o povaréu como uma platéia de mentecaptos”;
“O homem público nativo confunde vida pública com a privada e sempre recebe mais do que vale quando se vende” e não resistiria a um comezinho teste psicotécnico que certamente o inabilitaria ao exercício da função pública;
“A corrupção não é uma invenção brasileira mas a impunidade é uma coisa bem nossa”
“Na ditadura militar nada podia ser dito, principalmente o verdadeiro, e nesta peculiar democracia tudo pode ser dito, principalmente o falso”;
“Os ricos, para continuarem ricos, negam sua natureza humana, tornam-se irracionais. E os economistas liberais primam pela absoluta irracionalidade (adoração do dinheiro, do mercado), como provam os textos horrendos e gélidos de Eugênio Gudin, Roberto Campos, Pedro Malan e Mário Henrique Simonsen”;
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JECA TATU |
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(CONTINUAÇÃO) “Na defesa dos interesses dos oprimidos, o Ministério Público entra em choque necessariamente com os interesses dos parasitas sociais, dos que controlam o Estado, dos que obtêm rendimentos de estruturas de dominação, de exclusão e de opressão social. Os interesses opressores, não contentes com a exploração dos trabalhadores e dos consumidores, via cartéis etc, locupletam-se com mais de 200 bilhões de reais por ano, no mínimo, em atividades como corrupção, sonegação e a rolagem imoral da dívida pública. Através da sonegação, da corrupção e do mecanismo da rolagem da dívida pública, aqueles que exploram e parasitam o povo controlam o Estado e mantêm a situação de iniqüidade atual. Por isso, o Brasil é o campeão em má distribuição das rendas, tal como é um dos campeões em juros altos, em latifúndios, em grilagem, em corrupção, e mais recentemente em desnacionalização de sua economia, neocolonialismo econômico e cultural explícito etc.”;
“Os imutáveis donos do poder são correligionários da fé no poder do deus mercado de substituir não só o planejamento econômico e a previdência social como também a inteligência (em todos os sentidos”.
Esbulho possessório é isso aí -– apropriar-se do Estado para consolidar e multiplicar os interesses privados, da minoria que financia os governantes e recebe as prebendas de volta, como financiamentos, proeres, subsídios, isenções, perdões e privatizações sob forma de verdadeiras doações”;
“A fase financeira do capitalismo atual é muito diferente daquela sobre a qual refletiu Marx. Naquela época, para lucrar, era preciso produzir, não havia outro meio para lucrar senão produzindo, portanto era preciso fabricar e prestar serviços. Hoje descobriu-se a pólvora: é não somente possível, mas muito mais fácil lucrar sem produzir, que é o sistema da especulação financeira”;
“Comando Delta é o nome que se deu (batizado por eles mesmos) às pessoas que verdadeiramente governam este país desde 1500. São grandes e megaempresários nacionais e internacionais de todas as áreas, são funcionários do Executivo, Judiciário e Legislativo, além de organismos internacionais de investigações governamentais, que se unem para ditar as regras de tudo e para todos. Esse pessoal do Comando fatura 90 por cento do que se lucra no país e não irá abrir mão de continuar a faturar como querem e bem entendem, em detrimento da sofrida população brasileira”;
“As regras do mercado, seguidas rigorosamente, não podem coexistir com desenvolvimento sustentável. Desenvolvimento sustentável exige planejamento social, preocupação com o futuro, um tomar conta do outro... O que existe hoje é um enorme esforço para não permitir isso. Há um grande ataque ao sistema de previdência. O ataque é porque a seguridade social é baseada em princípios éticos. Tais princípios precisam ser destruídos. Ninguém deve se preocupar com o outro. A preocupação com o outro é hoje a mais profunda e revolucionária idéia. O interesse maior é minar a idéia de solidariedade. Os princípios liberais do século 18, com Adam Smith, assumiam como certos os princípios de solidariedade e a preocupação com os outros. Incrível que sejam essas hoje nossas grandes batalhas”;
“Num clima como o brasileiro um banho por dia é pouco”;
“Seria bom um artigo constitucional proibindo a terceirização nos departamentos jurídicos das estatais. Algumas formas de terceirização são ilegais. Outras, infelizmente, legais. Existem absurdos imensos. Por exemplo, todo o corpo jurídico do Banco do Brasil é terceirizado. Junto com a terceirização, o governo de FHC fragilizou os direitos trabalhistas, ampliou os contratos temporários, desmontou a previdência, diminuiu parte da autonomia funcional dos servidores, possibilitando a demissão por insuficiência de desempenho etc.”. |
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CAPO DEI CAPI |
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TORRÃO NATAL DE ISABELLA E DE SUA ASCENDÊNCIA PODRE O QUE SIGNIFICA QUE DEIXOU DE PARIR CAPETAS EM MISSÃO NO INFERNO: ESTADO VERSUS TRABALHO, ECONOMICÍDIO, HOLOCAUSTO NEOLIBERAL
EX-SRF OSIRIS LOPES FILHO em 1994: A CLASSE TRABALHADORA É QUE PAGA IMPOSTOS: a evasão tributária é fantástica. Hoje ela alcança 50% da base tributária. Entretanto, já foi muito maior. A carga tributária é pessimamente distribuída no país, concentrando-se acentuadamente no trabalho. Quem a assume decisivamente é a classe trabalhadora, principalmente a classe média assalariada. Esta é uma matéria de fato, decorrente de que a classe média tem descontado na fonte o seu Imposto de Renda, não tendo como fugir. Se for considerado que os impostos que incidem sobre as vendas, do tipo ICMS, IPI, ISS, embora pagos pelo industrial, comerciante e prestador de serviço, que são por excelência seus contribuintes, acabam por ser recuperados por tais pessoas, em condições normais de mercado, ao venderem as mercadorias ou serviços. Tranfere-se, dessa forma, aos consumidores tais impostos embutidos no preço final desses itens. A conseqüencia é a de que a classe trabalhadora termina suportando uma carga tributária brutal e injusta.
EX-SRF EVERARDO MACIEL em 1999: A ELITE BRASILEIRA NÃO SE VALE DO MASSACRE FÍSICO, DO FUZILAMENTO, ELA USA FORMAS ENGENHOSAS, ELABORADAS, MAIS FLORENTINAS: é estarrecedora a situação fiscal e tributária no Brasil. “Da renda que existe no País, um terço não paga impostos”. “o Brasil, um exemplo de sociedade patrimonialista, tem a segunda pior distribuição de renda no mundo”, “Diria que restam R$825 bilhões que não são identificados para efeitos de tributação, salvo a da CPMF”. O maior prêmio tributário brasileiro foi a legislação de 1991, uma Mega Sena tributária que produziu efeitos tributários perversos: foi a Lei 8.200, aprovada em junho de 1991, que permitiu que as empresas aproveitassem como despesa os expurgos inflacionários, a correção monetária vinculada a expurgos inflacionários dos planos de estabilização anteriores; há instituição financeira que dobrou seu patrimônio líquido nesse período, mas sem ter recolhido um centavo de imposto; esse expurgo inflacionário aconteceu também com os salários dos trabalhadores, com as dívidas tributárias, com a poupança, com o FGTS, etc, etc. E nada é tão injusto quanto a reparação desigual da injustiça. Ora, por que temos uma sociedade com uma elevadíssima concentração de renda, a segunda pior do mundo? Um dos instrumentos é a sonegação de impostos, a freqüência recorrente com que vamos buscar soluções que, ao fim e ao cabo, beneficiam aqueles mais poderosos. As transnacionais são afeiçoadas a um instituto chamado preços de transferência: superfaturaras importações e subfaturar as exportações, com o objetivo claro de remessa de divisas no caso das importações e, em ambos os casos, geração de prejuízos no País para reduzir o que tem de pagar de Imposto de Renda. Além de importarmos petróleo de Cayman, fazemos também outras importações curiosas: álcool importado da Suiça. |
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