Enquanto a irrealizada femeazinha retorna prematuramente ao pó, a megalomaníaca fêmea de carga genética imperial aspira ser a águia de Haia e passa a presidência do Manicômio judiciário nativo ao ex-AGU do FHC, ex-monarca mulato, filho de general, ex-socialista sociólogo: “esqueçam o que eu disse e fiz”, pai de filho bastardo da jornalista global tanto quanto o Calheiros, ambos de despesas custeadas pelo partido mais poderoso da República privatizada: o partido das Empreiteiras:
ÁGUIA DE HAIA: Recém-saída da presidência do STF, a min. Ellen Gracie trabalha para ser indicada para a Corte Internacional de Haia, o braço judiciário da ONU. A ministra busca o apoio de Lula. A mão do presidente é importante, mas não é o suficiente. Para que isso ocorra, o juiz e ex-presidente da Corte Interamericana de Direitos Humanos, o mineiro Antonio Cançado Trindade, precisaria desistir da vaga para a qual se habilitou há mais tempo. O sonho de Ellen Gracie pode aguçar o apetite de Lula. Se ela deixar o STF, o presidente indicaria o oitavo ministro do STF, um tribunal composto de 11 membros. Nesse ítem, Lula se igualaria ao general Ernesto Geisel, o penúltimo ditador pós-golpe de 1964. Trindade tem apoios importantes. O senador Marco Maciel já discursou no Senado em apoio a ele. Além disso, Trindade pode se beneficiar de uma seqüência de indicações que começa a formar uma tradição. Por Haia passaram o diplomata Sette Câmara e, na seqüência, Francisco Rezek. Ambos mineiros. Na semana passada, a ministra esteve em Belo Horizonte, onde conversou com mineiros influentes. Eles teriam a missão de fazer Cançado Trindade desistir. Não se sabe ainda se aceitaram a missão.
O mundo gira. O novo presidente eleito do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, no papel de advogado-geral da União durante o governo FHC, classificou a Justiça brasileira de “manicômio judiciário”. Marco Aurélio Mello, então presidente do STF deu troco. Só que bateu no chefe de Mendes, o presidente da República. Ele acusou FHC de ser o responsável pela “maior insegurança jurídica da história” do País, pelo número de medidas provisórias que editava. Hoje em dia, pela cordialidade aparente no plenário do tribunal, os dois reataram. A partir do dia 23 de abril, Gilmar Mendes passa a comandar o manicômio.
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