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Gisele de Abreu Oliveira
abreu-gisele@ig.com.br
Acompanhando esse caso, me lembrei de uma passagem no despacho do Sr. Desembargador que deferiu a soltura dos suspeitos. SERÁ QUE O DESAMOR DOS ATUAIS TEMPOS LEVARIAM A UM PAI E A SUA COMPANHEIRA A COMETER TAL ATO COM TÃO GRACIOSA FILHA A QUAL A TANTO TENHAM AMADO ?? Bem... na altura das investigações , se tudo o que se tem até agora levam tal fato ao pai e a madratsta , o Sr. Desembargador ja tem uma resposta.
AV ___ maria
adrvitor@ig.com.br
Barbaridade tche veja que as declarações da familia e a dos advogados de defesa do casal afirmam que a um 3º e 4º personagem na cena do crime, então se as investigações está em curso eles não podem descartar a probabilidade do 1º e do 2º.... já que as investigações não encontrou da data do crime até aos momentos finais em curso nenhum indício de 3º e 4º personagem na cena .Barbaridade e se realmente encontrar indicio de 3º e 4º personagem ai então o crime é Perfeito. Bah!
João Henrique
O trabalho técnico da polícia deve apontar para esse fim trágico que ora se pinta ao fundo desse quadro macabro, moldurado em declarações vazias de advogados flutuando em um turbilhão de contradições. Uma família impregnada de ciúmes e individualismos. Conflitou-se em mesquinharias, agredindo uma inocente e indefesa criança. É preciso cautela para tecer qualquer consideração, mas o mais grave é que se for essa a verdade, existem mais duas crianças nesse turbilhão e alguém deve se posicionar em defesa dessas criaturinhas para não acabarem como a triste história da meia-irmã.
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