É muito simples Denis. Segundo alguns escritores, as terras brasileiras onde jorrava o ‘ouro negro’ pertencem agora a grandes proprietários estrangeiros. São áreas imensas, onde a Petrobrás não pode (ou não quer?) fazer prospecção. A prospecção marítima, em águas profundas, foi a alternativa encontrada para alcançar a sonhada autonomia, perseguida ainda no governo anterior, quando a Petrobrás conseguiu dobrar a produção nos 3 primeiros anos do governo FHC. A mim parece que estas regiões petrolíferas terrestres, assim como as marítimas, que estão abaixo da camada de sal, a mais de 5 mil metros de profundidade, estão sendo deixadas como reserva estratégica. |