É inevitável pensar o que estaria a mãe da Isabella fazendo tão próximo, Se foi por um churrasco, mesmo assim não dá para acreditar que ela não tenha esboçado nenhuma emoção, quando qualquer mãe de qualquer classe não teria uma simples manifestação de emoção e sim apresentar um estado de violenta emoção, bem diferente.
Ela parece estar se sublimando, se sentindo querida como se há um bom tempo ninguém a tivesse feito sentir esse calor humano, já que durante a entrevista ao Fantástico declarou que muito cedo foi mãe e que igualmente muito cedo perdeu a filha, mas a mãe de Isabella não deixou de mandar o seguinte recado:...ela(Isabella) foi um presente que veio aí para alegrar... VEIO AÍ PARA ALEGRAR? O que devemos pensar quanto a esse início de frase? Gostaria que todos pensassm no comportamento dessa mãe que foi consagrada pela Mídia e pela Opinião Pública. Não bastando, continuou dizendo a repórter do Fantástico(ESSA PROFISSIONAL ESTAVA VISIVELMENTE EMOCIONADA, MESMO NÃO SENDO A MÃE)que a menina nasceu para a alegria dos avós, amigos e etc, contudo ela(mãe da menina) disse que teria tudo para superar. Teria que superar a gravidez, além da morte da menina? Eu pergunto ainda: qual o motivo que tinha para ainda se sentir mal com a gravidez de uma menina tão querida por todos? Será que a criança não teria sido o motivo desagradável e inesquecível de uma gravidez não acompanhada e querida pelo pai da menina? Não teria a criança em tela se colocado no seu lugar de filha, porque seus pais se voltaram para a menina? Por que Isabella teria um sentimento de amor incondicional pelo pai como sua mãe declarou nas reportagens? Será que uma criança tem essa capacidade de renúncia, sentimento tão raro que muitos adultos não alcançam?
Ela decorre dizendo que quando indagava da criança sobre o comportamento do pai e da madrasta, a filha nunca tinha nada de mau a dizer. Não incomodaria a mãe que todos estivessem bem, menos ela?
Essa mulher não poderá ter motivos bem sérios de ter um ódio incontido ao ponto de usar sua própria filha para um ato de vingança contra todos e, desfazer esse casamento que para ela poderia ser uma afronta? Não feriria a sua dignidade como ser humano essa relação tão distante que dizia ter com o pai em questão? Podemos confiar que dentro das investigações policiais não houve um certo impedimento forjado pela Mídia e pela Opinião pública? É uma saia justa ir de encontro ao 4º poder que é a Mídia que forma a Opinião Pública.
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