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Sonia Maria araujo olivieri
soniabook@ig.com.br
Esta história da voz de uma criança dizendo pára pai pára pai, já está ultrapassada....Se a Izabella estava desmaiada, se começou a ser agredida no carro e chegou e ficou num canto perto do sofá, segundo a perícia, não poderia ter gritado...Foi o menino. A Mãozinha dele tinha sangue. Quiz socorrer a irmã? Acho muito plausível de se ouvir esta criança. Não em inquérito formal, é claro mas como o Promotor sugeriu. Em ambiente bem alegre e decorado, doces e psiquiatras e pasicólogas, ludicamente. Assim , no futuro ele irá sentir-se menos traumatizado por ter auxiliado no caso da irmã...Os pais, ele saberá , cometeram monstruosidade..... E cuidado, não dêem tempo para estes elementos fugirem...Com aquele pai Antonio Nardoni na área, tudo pode acontecer...Só a neta dele pode ser ignorada....Cambada!!!!
CELIS
PUTZ ADVOGADO VAI SER OS PRIMEIROS NA FILA DO INFERNO DEPOIS DOS POLITICOS, ELES INVENTAM ESCAPATÓRIA PRA TUDO, NESSE MUNDO TÁ LOUCO UMA FRASE DESSAS TÁ NACARA QUE A MENINA TAVA MANDANDO O PAI PARAR DE MACHUCA-LA
Dr Eudes de Toritama
eudesadvogado@ig.com.br
O cadáver fala, aprendemos isso em medicina legal. Caso da Menina Isabela Nardone de São Paulo 03/2008 As perícias poderão ser muito esclarecedoras, nesse caso, principalmente pela constatação das escoriações encontradas em Isabela, denotando terem sido produzidas antes da queda, porém, tecnicamente falando, estes fatores devem ser sopesados, diante da afirmação de que a criança teria sido socorrida ainda com vida. Por outro lado, o sangue encontrado no lençol das crianças e no corredor que dá acesso à saída principal do apartamento, poderá ser revelador se comparado com o tipo sanguíneo dos suspeitos, cabendo ainda um estudo sobre as condições da tela de proteção e o modo de rompimento dela. Tudo isso, são indícios de atitude criminosa, levando a crer, a princípio, que a menina teria sido agredida antes do arremesso, ou até mesmo ter sido estrangulada; entretanto, os gritos da criança pedindo socorro podem ser interpretados justamente ao contrário, ou seja, criança em perigo sempre grita pelos pais. Quanto à hipótese de um ladrão ocasional ter adentrado ao apartamento, não seria crível que ele, querendo roubar, viesse a agredir uma criança de apenas cinco anos, depois, romper a tela de proteção e atirá-la pela janela, atraindo assim, a atenção de todos os moradores do prédio; isso talvez impossibilitasse a sua fuga.
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