Comentar Ver comentários (4)
Luiz Domingos de Luna
deuteronomioarte@ig.com.br
Passos Luiz Domingos de Luna Procurar na web Passos que passo Passos que vem Passos do além Não sei o que faço É como um compasso De um tempo passado Já foi um chamado Na imensidão do espaço Ouvi um grito Parecia um trovão Na escuridão Estava aflito Pulei noutro astro Deixei a pisada Ta lá registrada Como um mastro Luz em ebulição Fiquei assustado Parece ter entrado Noutra dimensão Tudo tão diferente Um carrossel giratório Um som vibratório No meu consciente Sonho ou realidade Não sei precisar É um vôo a voar Não tem gravidade Uma mão me puxou Numa frieza gelada Não sei mais de nada Num novo mundo estou
Luiz Domingos de Luna
deuteronomioarte@ig.com.br
A Fábrica de Universos Luiz Domingos de Luna Os bósons são inteligentes Escondidos em outra dimensão. Por que tanta precaução É um ato consciente? A ciência está na cola Graças à matéria escura Que dificulta a procura Confunde o eixo da mola Choque de matéria e luz Curvado no infinito São partículas de granito Ou mistério da órbita conduz? Esta imantação é problema Dependência de uma ditadura Da energia e da matéria escura Um cárcere privado com algema Iluminados - O que fará Com o bóson aprisionado Um mistério bem guardado Ou ao humano entregará? A Quem interessa? Uma fábrica de universo Os paralelos diversos Para que tanta pressa Um universo precisa De um planejamento Senão o novo engole a gente Seja humano ou não Tudo vai para o ralo do nada Cadê a inteligência em projeção A Consciência e a razão Virou tudo fragmento Não basta o pensamento No túnel do tempo Numa vida a bailar
Luiz Domingos de Luna
deuteronomiarte@ig.com.br
Entre Colunas Luiz Domingos de Luna www. Revistaaurora.com Entre nascimento e morte Pego o meu passaporte Numa vida a bailar Dos dois pontos faço linha Numa estrada que caminha Na sorte ou no azar Entre colunas eu fico Sempre a caminhar Não pode ter acidente Senão quebra a corrente Já não posso respirar Uma reta esticada Cada passo, uma pisada Tenho que controlar Não posso sair do prumo Ou então um tombo Para me derrubar Do útero para cova Uma vida se renova Cheirando interrogação No meio das ampulhetas Viro pó, sombra e chão. Ou larva de borboleta Uma vida nova nasce É uma transformação ?
Termo de uso