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Eric
A ação da políca ocorreu em um ponto distante de onde a menina foi atingida. O grupo que invadiu a favela é do CORE (Políca Civil), policiais com treinamento semelhante ao do BOPE que nada tem a ver com a políca convencional. Há muito se denuncia que traficantes atiram nos moradores para voltar a comunidade contra o Estado. A dita bala perdida na verdade tem rumo certo e objetivo político. É lamentável que a população, favelada ou do asfalto, esteja sujeita a ação dos bandidos. Ao Estado só cabe a repressão contra quaisquer que vivam à margem da lei e por outro lado, a oportunização, com educação de qualidade e emprego, aos que desejam a progressão social de forma digna.
Eduardo
Interessante como esse tal de José já conseguiu definir que quem atingiu a garota foi a polícia. Como é mais fácil e prático jogar a culpa nos policiais, julgar a todos pela corrupção e falta de preparo de alguns. Grande cidadão. Será que vc faz sua parte? Já conversou com algum policial a respeito dos problemas? Claro que não! É mais fácil se arvorar em juiz e dizer quem está certo e quem está errado, como se fosse fácil julgar alguem mal pago e mal treinado, que não conta com apoio de ninguém e age sob fogo cerrado com a certeza de que tudo que fizer será alvo de críticas de pessoas que não tem a minima noção do problema. Pega um fuzil e sobe o morro filhão e aí então escreve sua ridícula opinião seu mané!!
José Silva Sobrinho
silvagv@ig.com.br
Quando a polícia comparece a qualquer local de conflito, está representando o Estado, portando, assumindo todas as responsabilidades pelos seus atos. O que acontece no Brasil é que temos uma polícia mal preparada para esse tipo de ação, em todas elas sempre acontece algum erro da polícia e atinge inocente. Isso é inaceitável. O Brasil caminha para uma situação em que a polícia terá de ser treinada de outra forma e conseguir, seja lá como for, atingir o marginal e preservar os moradores inocentes das favelas. É preciso discernir entre vagabundos e inocentes. Agora, convenhamos, nós sabemos que a polícia brasileira, de um modo geral, pela sua truculência, abuso de poder e por se vender ao crime organizado, não é um grande exemplo de polícia. Matar inocentes é inaceitável. Enquanto não atinge ninguém da nossa família é muito fácil falar, difícil é acompanhar o velória de uma filha de 11 anos igual ao dessa menina. Não há explicação que convença. Tanto não há que nenhum representando do alto escalão do Estado vai até a favela prestar esclarecimento à família.
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