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Cris
criscouto@bol.com.br
Nossa, me surpreendeu a explicação da Lucimar Assunção. Eu não imaginava que uma pessoa autista tivesse condições psicológicas para enfrentar uma situação dessas.Aliás, eu nem sabia que era uma questão de dificuldade em se socializar. Obrigada pelo esclarecimento,Lucimar. E que bom que o menino pode ajudar e salvar sua família, enquanto tantos por aí, não dão um mínimo valor à sua vida.
Mariana Rodrigues
mariana_2003@ig.com.br
Pra vc Lucimar Assumpção e Helenice que deixaram comentários sobre o menino heroí da Inglaterra... Quero desejar a vcs muita sorte e mais felicidades. Por que com certesa vcs tambem são heroínas como ele e o filhos de vcs. Boa sorte...
Lucimar Assumpção
lucimar_assumpcao@ig.com.br
Sou mãe de um menino de 8 (oito) anos que é autista (síndrome de asperger)e posso afirmar que em nada interfere no nosso dia-a-dia. Trato-o como uma criança normal e vejo o seu desenvolvimento no decorrer destes anos. Esta síndrome nada mais é do que a grande dificuldade em se socializar, pois o lado esquerdo do cérebro (área da comunicação) é muito pouco desenvolvida...todo autista portador da síndrome de asperger tem um Q.I. altíssimo e eles repetem tudo o que veêm...no caso do menino em questão a rotina vivida ajudou a salvar a sua família...não foi coragem, mas sim uma observação diária de tudo o que sua mãe fazia. O que chamamos de repetição.
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