Para repensar. O Direito na realidade nada mais é que um instrumento imparcial de julgamento de atos. No entanto, a sua cegueira caracterizada pelo simbolo, não deveria ser tão sectorizada. Não estou falando como maxista, estou falando como cidadão e pai de uma filha maravilhosa que soube educar para não ter seu nome ligado a este e outros fatos corriqueiros de uma sociedade.
Os direitos e deveres do cidadão devem ser co-associados e não somente atribuídas as responsabilidades de seus atos a este ou aquele cidadão, inerente que seja de cor, sexo ou religião.
Para mim, não passa de uma proteção absolutamente tendenciosa do fato. Pois acredito que se não houver consentimento de ambas as partes envolvidas não havereá auto, salvo em casos de flagrante delito ou comprovados num prazo conceitual pelo Instituto Médico legal.
Filipe de Sousa |