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VAVÁ DOS POBRES
14/1/2008 16:38:00 Guarda Municipal detém senhor com drogas e R$ 2.800 no Centro Rio - Atendendo a solicitação feita ao Disque-Guarda (0800-2115132), a Guarda Municipal do Rio de Janeiro montou na manhã desta segunda-feira, uma operação de acolhimento a população de rua na Praça da Cruz Vermelha, no Centro. Durante a abordagem, os guardas detiveram um senhor de 62 anos, que se identificou como Oswaldo Pio dos Anjos, com três trouxinhas de maconha e R$ 87,00, em espécie, guardados no bolso da calça. Ele foi encaminhado para a 6ª DP e após nova revista, foram encontrados cerca de R$ 2.800,00 escondidos na cueca. Nesse momento, o acusado presta depoimento aos policiais.
SHOW NA SAÚDE CONTINUA
Morte horas após protesto Irmão de mulher que reclamou com Cabral de mau atendimento em hospital não resistiu Pâmela Oliveira Rio - Poucas horas após reclamar com o governador Sérgio Cabral sobre o atendimento precário e a falta de equipamentos no Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, quarta-feira, a dona-de-casa Vera Lúcia Aguiar Menezes recebeu uma péssima notícia. Seu irmão, Valcemir Moreira de Aguiar, internado desde o dia 25, morreu sem fazer a tomografia que, segundo Vera, ele precisava. Ontem, fez um ano que Cabral encontrou tomógrafo encaixotado no Hospital Albert Schweitzer, Realengo. A unidade, assim como o Rocha Faria, continua sem o equipamento até hoje. “Ninguém sabe o que acontece aqui. Não tem raios-x, não tem tomografia. Os médicos não confirmam o que meu irmão tem. Ele está inconsciente”, disse Vera quarta-feira durante a vistoria do governador ao hospital. Naquele dia, Cabral disse não achar que o prazo de um ano sem conseguir providenciar a compra de tomógrafos para as unidades de emergência fosse muito longo. “Tínhamos na saúde e temos tantos problemas a serem resolvidos que os recursos que herdamos não foram suficientes para licitar durante 2007. E você não pode licitar sem ter cobertura orçamentária. Isso foi conquistado em 2007. Fizemos licitação e tomógrafos virão”, disse Cabral. SOFRIMENTO CONTINUA Ontem, a dona-de-casa Cemira Ferreira, 57 anos, continuava sem notícia da ressonância magnética que sua filha, Maria Viana, 32, precisa. Quarta-feira, um dos diretores prometeu, durante a visita de Cabral, que providenciaria o exame. Internada desde março no Rocha Faria, a paciente ainda não tem diagnóstico. “Ela parou de falar, de conversar. Eles não sabem se podem operar. Eu fico muito preocupada.” Ontem, a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil afirmou que Valcemir morreu com suspeita de envenenamento. E que Maria teve o exame marcado duas vezes, mas não conseguiu fazer a ressonância por pânico. Disse ainda que outra data será marcada para que ela faça o exame sedada e acompanhada por um médico. Governador critica postos municipais Um dia após a vistoria de Cabral aos hospitais Rocha Faria, em Campo Grande, Albert Schweitzer, em Realengo, e Getúlio Vargas, na Penha, os pacientes continuam reclamando do atendimento. No Albert Schweitzer, um dos que foi melhor avaliado por Cabral, era longa a fila de espera no Pronto-Atendimento. Ontem, Cabral criticou a rede municipal de saúde e afirmou que a emergência pediátrica do Getúlio Vargas — onde cerca de 80 crianças esperavam por atendimento quarta-feira — estava superlotada porque os postos de saúde ficaram fechados por quatro dias, no fim de ano. “Ontem (quarta-feira) foi o primeiro dia útil e os postos de saúde ficaram fechados por quatro dias consecutiva. As mães estavam enlouquecidas, com razão, querendo que seus filhos fossem atendidos. Aí foram procuraram o Getúlio Vargas, que é um hospital de emergência, com poucos pediatras. E os pediatras estavam dando atenção a uma criança com problemas cardíacos. Mas a mãe que está com filho com febre, com mal-estar ou diarréia, não quer saber”. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde alegou que nos dias 31 e 1º manteve 22 unidades funcionando 24 horas. E que na noite do Réveillon montou dez postos de atendimento médico em sete bairros onde houve festas com queima de fogos.
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Será que a Presidência da República vai abrir uma clínica médica particular? O órgão empenhou R$ 6,5 mil para comprar aparatos que quase completam um kit de sobrevivência pós-guerra. A lista inclui uma cadeira oftalmológica, uma fonte de luz halógena, uma serra elétrica para remoção de gesso devido à fratura e um aparelho de ultra-som. Quem serão os atendidos?. Será que a Presidência da República vai abrir uma clínica médica particular? O órgão empenhou R$ 6,5 mil para comprar aparatos que quase completam um kit de sobrevivência pós-guerra. A lista inclui uma cadeira oftalmológica, uma fonte de luz halógena, uma serra elétrica para remoção de gesso devido à fratura e um aparelho de ultra-som. QUEM SERÃO OS ATENDIDOS? Lógico que o Povão é que não será, pois o Povão tem o SUS e os Hospitais sucateados pelo Brasil afora para se tratar, isto quando há vagas.
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