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Antonio Carlos
abue@ig.com.br
Maluco, mas nem UM pézinho, nem UMA maõzinha? Um de cada, que seja. A vantagem de cortar u´a mão é que ou o individuo só segura a arma e não assalta, ou então assalta sem arma. Daí, se estiver desarmado e como já é inválido a gente pode dar um pau nele,ele nem vai correr faltando um pé.
ademir
ademirzl@ig.com.br
não precisamos ir tão longe para nos depararmos com o absurdo das superlotações ,no taboão em sbc,há uma cadeia feminina com capacidade de 32 presas e que abriga cerca de 180, alem do que trata-se de uma delegacia que trabalha em horario de expediente ou seja a noite e aos feriados e finais de semana,a segurança de todo o predio bem como da cadeia publica,assim como os devidos cuidados e assistencia as presas,são realizados apenas por um carcereiro, não há segurança,é um verdadeiro descaso para com o servidor e para com as presas, as autoridades ,todas cientes ,sabem do problema e não resolvem ,apenas contornam as crises ,por conta desse descaso ,já houve resgate e varias fugas cuja a responsabilidade sempre foi atribuida aos que lá exercem suas funções,culminando inclusive com exonerações e transferencias,junstificadas pelas autoridades como decorrentes de mau exercicio da função, como se fosse obrigação de um unico carcereiro manter a ordem a disciplima a higene, a alimentação e saude das reeducandas,absurdos como este são reveledos a sociedade de maneira pejorativa ,como no caso dos presos mortos em minas gerais,onde transformaram um casa em presidio e lá mantiveram um unico funcionário,ou no caso onde a menina menor de idade foi colocada junto a maiores na mesma cela e estuprada,muito facil para as autoridades dizerem que culpa é dos carcereiros,o que sempre acontece, mas saibam que todos tem conhecimento ,juizes corregedores,promotores,delegados e encarregados,mas preferem subir a tribuna e destilar moralidade ao passo de resolver esta questão tão delicada.eu precisaria de um dia inteiro para digitar se pudesse esclarecer todas as mazelas a que são submetidos os proficionais desta area, saibam,não é humano o tratamento desprendido aos presos ,muito menos aos que deles cuidam em delegacias paulistas.
A.Furtado
adafurt@ig.com.br
A idéia do bracelete não é ruim!!! Porém, mais que fabricar bracelete caros, gastar com manutenção e importação de tecnologia, gente especializada e bem paga para fazer os controles do sistema e etc... Não seria melhor pagar melhores salarios e melhores beneficios para os que atualmente ja fazem essa função de vigiar condenado?
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