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ROBSON
robsoneditora@ig.com.br
A enfase toda é só por que ocorreu dentro de um baile funk, se fosse no show da virada será que teria uma riqueza de detalhes. As pessoas precisam separar o jôio do trigo. Que ela teve uma overdose é fato, agente já sabe, mas por imcopetencia dos nossos governantes por que eles sabem por onde entra mas nada fazem. Não adianta destacar que foi no baile funk, poderia ter sido em um forró, o que importa e que infelizmente a jovem morreu. Seus responsáveis também tem uma parcela de culpa, lembrem-se ela tinha apenas 16 anos e jamais poderia ser dona de si mesma.
Indignado
axe@ig.com.br
pois é... se fosse por pessoas ignorantes como você todos estariam vendo faustão vendo calipso na tv... garanto que deve gostar de um sertanejo... onde em rodeios alem de maltratarem os coitados dos bois as drogas rolam soltas (licitas e ilicitas) no axe então nem se fala, sai da frente da tv e vai se informar...
MARLENE ROCHA
lauri2010@ig.com.br
Se ela morreu de overdose, só Deus sabe, mas o certo é que bailes de funk, hiphop e similares já deveriam ter sido interditados: só enriquecem traficantes e políticos envolvidos com o crime organizado. Só em Belém do Pará, o tráfico de ecstasy dá mais de 600 mil euros por mes. Como lavam tudo isto?
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