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Rianda
rindaret@yahoo.com.br
É muito fácil para quem não é mãe criticar tal medida, mas para mim que estou prestes a voltar ao trabalho após a licença de 4 meses está sendo muito doloroso. Deixar de amamentar o filho e ter que se separar dele é difícil para quem é mãe. Não deixo de ser uma mulher que trabalha, mas acho que no momento em que decidi ter um filho, eu me comprometi a cuidar bem dele e é comprovado que a amamentacao exclusiva até os 6 meses é fundamental e o melhor para o bebe. Quem nao concorda com tal lei, certamente nao está preparado para ser pai ou mae!
Fábio da Silva
fabioferrer.aek@hotmail.com
As empresas terão um baita prejuízo. Se isso virar lei federal, um abraço pro gaiteiro!
rui
rui@uol.com.br
Em paises desenvolvidos c baixa densidade demográfica e baixo índice de natalidade, os governos incentivam a natalidade oferecendo o máximo de benefícios as cidadãs q engravidarem. No Brasil é um caso p se pensar, já somos quase 180 milhões, c um desemprego patológico q se arrasta há séculos, défict habitacional assustador, será q essa medida não vai incentivar a explosão demográfica? Que se ofereça até um ano de licença médica as cidadãs q forem mães, mas q se faça isso com critério, com conscientização, pois caso contrário ate´os institutos de previdência vão quebrar(a cada trabalhador em licença significa um outro contratado no lugar, ou sejam: dois encargos trabalhistas p uma só função).
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